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Coreia do Norte diz que não vai conversar com ‘incompetente’ Sul a menos que diferenças sejam resolvidas

Pyongyang, que vinha se aproximando de Seul e Washington, adotou mudança drástica de discurso esta semana citando como motivo treino militar conjunto de americanos e sul-coreanos

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Chefe da delegação norte-coreana, Ri Son Gwon (esquerda) aperta a mão de seu homólogo sul-coreano Cho Myoung-gyon durante a reunião na área desmilitarizada de Panmunjom, em janeiro (Foto: Yonhap via REUTERS)

O principal negociador da Coreia do Norte chamou nesta quinta-feira (17) o governo sul-coreano de “ignorante e incompetente”, denunciou os exercícios aéreos realizados por Coreia do Sul e Estados Unidos, e ameaçou interromper todas as negociações com o vizinho do sul a menos que suas exigências sejam atendidas.

Os comentários de Ri Son Gwon, presidente do norte-coreano Comitê para Reunificação Pacífica, foram os mais recentes em uma série de declarações inflamadas marcando uma mudança drástica de tom após meses de alívio das tensões, com planos de desnuclearização e uma cúpula marcada com os Estados Unidos.

Ri criticou o Sul por participar dos exercícios militares, bem como por permitir que “escória humana” falasse em sua Assembleia Nacional, segundo a agência de notícias norte-coreana KCNA.

“A menos que a grave situação que levou à suspensão das negociações de alto nível entre norte e sul seja resolvida, nunca será fácil sentar-se frente a frente novamente com o atual regime da Coreia do sul”, disse o comunicado, sem dar detalhes.

Representantes da Coreia do Sul vão à Coreia do Norte para visita histórica

O próprio ditador Kim Jong-un se encontrou com o grupo. Conversas sobre a relação norte-sul e com os Estados Unidos vão durar mais dois dias.

 

São dez representantes do governo sul-coreano – dois deles têm poder de ministro. É a primeira vez desde 2007 que uma delegação do Sul é recebida oficialmente no Norte.

O próprio Kim Jong-un se encontrou com o grupo. Isso jamais havia ocorrido com um representante do Sul desde que o ditador assumiu o poder, em 2011, depois da morte do pai.

As conversas vão durar mais dois dias, tendo como tema não apenas a relação norte-sul, mas também com os Estados Unidos. Imagens do encontro com Kim ainda não foram divulgadas.

No fim de semana, Donald Trump afirmou que aceitou conversar com o norte-coreanos, desde que eles acabem com as armas nucleares.

A resposta veio numa mensagem direta: segundo Pyongyang, insistir em pré-condições é ridículo.

Ainda não está claro se o Norte está se abrindo por resultado das sanções internacionais ou por medo de uma reação militar americana.

Mas, lentamente, a diplomacia parece estar funcionando e reaproximando lados há muito tempo distantes.

 

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Elza Goersch – 2º Ano – Guerra Fria

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Elza Goersh – 3º Ano – Etnia, Diversidade Cultural e Conflitos

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Elza Goersch – 2º Ano – Mundo entre Guerras

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Novo programa da GloboNews “Que mundo é esse?” mostra realidades diferentes da nossa

No próximo domingo, dia 26, a GloboNews estreia o programa ‘GloboNews Que Mundo É Esse?’, que leva André Fran, Felipe UFO e Michel Coeli ao Curdistão para contar, em quatro episódios semanais, as inacreditáveis histórias sobre os curdos, o maior povo do mundo sem uma nação. São mais de 30 milhões de pessoas que buscam sua independência e o reconhecimento de seus direitos e hoje vivem entre a Síria, Irã, Armênia, Turquia e Iraque.

Terroristas, refugiados, vítimas de genocídio, guerreiros da liberdade. Cenas de violência, lutas e manifestações que levam o público a questionar: que mundo é esse? Paralelamente à exibição do programa, o canal promove uma exposição no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, com fotos feitas por Michel Coeli durante a viagem. A exposição fica em cartaz até o dia 24 de agosto.

O projeto ‘GloboNews Que Mundo É Esse?’ tem o objetivo de mostrar as realidades mais polêmicas e surreais do mundo caótico em que vivemos. Nesta jornada, ao longo dos 15 dias de viagem, o trio testemunha questões importantes da história dos curdos. Na Turquia, onde a viagem começa, registram o momento em que o partido pró-curdo conquista, pela primeira vez, o direito de ter representantes no Parlamento. Para comemorar, a população sai às ruas da capital extraoficial do Curdistão Turco, em uma celebração digna de final de Copa do Mundo.

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Michel Coeli, Felipe UFO e André Fran no Curdistão. Crédito: Globo/ Michel Coeli

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Ilha de Ascensão: Como eles espionam

Foi a partir da ilha de Ascensão, a 2,5 mil quilômetros do Recife, que agentes de Barack Obama conseguiram bisbilhotar conversas telefônicas e trocas de e-mails da presidente Dilma Rousseff.

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A cerca de 2,5 mil quilômetros do Recife (PE), numa região inóspita do Atlântico Sul, existe uma pequena ilha de colonização britânica chamada Ascensão. É lá que os agentes de Barack Obama captam aproximadamente dois milhões de mensagens por hora. São basicamente conversas telefônicas, troca de e-mails e posts em redes sociais. É dessa pequena ilha que os técnicos da NSA, uma das agências de inteligência dos Estados Unidos, vêm bisbilhotando as conversas da presidenta Dilma Rousseff e de alguns de seus ministros mais próximos, segundo especialistas ouvidos por ISTOÉ na última semana. A ilha de Ascensão tem apenas 91 quilômetros quadrados e seria irrelevante se não estivesse numa posição estratégica, a meio caminho dos continentes africano e sul-americano. Ao lado de belas praias, sua superfície abriga poderosas estações de interceptação de sinais (Singint), que se erguem como imensas bolas brancas. Elas integram um avançado sistema de inteligência que monitora em tempo real todas as comunicações de Brasil, Argentina, Uruguai, Colômbia e Venezuela e fazem parte de um projeto conhecido como Echelon (leia quadro à pág. 46), que envolve, além dos Estados Unidos, Reino Unido, Nova Zelândia, Austrália e Canadá.

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