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Fevereiro foi o 2º mês mais quente desde 1880, diz Nasa

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O mês de fevereiro de 2016 foi o segundo mais quente desde 1880, quando as medições de temperatura começaram a ser realizadas, informou o Goddard Institute for Space Studies (GISS) da Nasa nesta quinta-feira (16).

No mês passado, a temperatura ficou 1,1 grau Celsius acima da média mundial, que é calculada com base nos números entre os anos de 1951 e 1980. O recorde de mês mais quente da história pertence a fevereiro de 2016, quando os termômetros ficaram 1,3 grau mais alto do que a média histórica.

De acordo com o GISS, o dado foi obtido após a análise das informações de 6,3 mil estações meteorológicas espalhadas pelo mundo, dos dados sobre os oceanos coletados por navios e boias e por índices apresentados por estações de pesquisa na Antártida.

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NASA revela descoberta de 7 planetas extrassolares que podem abrigar vida

descoberta de 7 planetas que podem abrigar água e vida

Descoberta fantástica mostra que planetas na zona habitável de suas estrelas não são algo incomum!

O telescópio espacial Spitzer da NASA revelou o primeiro sistema conhecido de sete planetas do tamanho da Terra em torno de uma única estrela. Três desses planetas estão firmemente localizados na zona habitável, a área em torno da estrela mãe onde um planeta rochoso é capaz de abrigar água no estado líquido.

A descoberta estabelece um novo recorde para o maior número de planetas de zonas habitáveis encontrados em torno de uma única estrela fora do nosso Sistema Solar. Todos esses 7 planetas poderiam ter água líquida (a chave para a vida como a conhecemos) sob as condições atmosféricas corretas, mas as chances são maiores com os três exoplanetas na zona habitável.

Ilustração artística da estrela TRAPPIST-1 e seus 7 planetasIlustração artística da estrela anã ultrafria TRAPPIST-1 e seus 7 planetas.Créditos: NASA / JPL-Caltech

Dados da Nasa mostram que seca no Brasil é pior do que se pensava

A pior seca do país nos últimos 35 anos também tem levado o Nordeste brasileiro, região maior, mas menos povoada, a perder 49 trilhões de litros de água a cada ano

Novos dados de satélite mostram que a seca no Brasil é pior do que se pensava, com o Sudeste perdendo 56 trilhões de litros de água em cada um dos últimos três anos, disse um cientista da agência espacial dos Estados Unidos (Nasa) nesta sexta-feira.
A pior seca do país nos últimos 35 anos também tem levado o Nordeste brasileiro, região maior, mas menos povoada, a perder 49 trilhões de litros de água a cada ano nos últimos três anos, comparando com os níveis normais, afirmou o hidrólogo da Nasa, Augusto Getirana.

Kepler-452b e o futuro da Terra

Imagine poder observar, de uma distância segura, o futuro longínquo da Terra, daqui a 1 bilhão ou 2 bilhões de anos — um futuro potencialmente fervilhante e inóspito, diga-se de passagem. O satélite Kepler, da Nasa, aparentemente fez algo parecido.

Concepção artística de Kepler-452b, um planeta que pode estar se superaquecendo, algo que aconterá à Terra em mais 1 bilhão de anos (Crédito: SETI Institute)

Ele descobriu um mundo um pouco maior que a Terra, em torno de uma estrela parecida com o Sol, numa órbita similar à que nosso planeta executa. Ou seja, lá, como aqui, uma volta inteira leva um ano para se completar (385 dias, para ser mais exato). A principal diferença: a estrela-mãe lá tem cerca de 6 bilhões de anos — 1,5 bilhão a mais que o Sol.

O exoplaneta, localizado a 1.400 anos-luz daqui, recebeu a designação Kepler-452b, e é uma das mais interessantes descobertas feitas durante a última atualização do catálogo de potenciais exoplanetas do satélite, recém-divulgada pela agência espacial americana.

O Kepler detecta planetas-candidatos observando pequenos eclipses causados pela passagem deles à frente de suas respectivas estrelas. Na última parcial, o catálogo de potenciais exoplanetas contava com 4.175 exemplares. A nova atualização — a primeira a levar em conta o total de dados colhidos pelo Kepler em sua missão original, entre 2009 e 2013 — adicionou cerca de 500 novos objetos.

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Plataforma de gelo da Antártica se desintegra com rapidez, aponta Nasa

Agência espacial americana diz que este degelo influenciará no nível do mar.Estudo é amostra do que o aumento da temperatura global causará.
Estudo feito na Plataforma de gelo Larsen mostra degelo acelerado que pode influenciar no aumento do nível do mar (Foto: NSIDC/Ted Scambos/Nasa)
Estudo feito na Plataforma de gelo Larsen mostra degelo acelerado que pode influenciar no aumento do nível do mar (Foto: NSIDC/Ted Scambos/Nasa)

A última parte intacta de uma das plataformas de gelo gigantescas da Antártica está se enfraquecendo muito rápido e, provavelmente, vai se desintegrar completamente nos próximos anos, contribuindo para a elevação do nível do mar, de acordo com um estudo da agência espacial americana (Nasa) divulgado nesta quinta-feira (14).

A pesquisa incidiu sobre um remanescente da chamada plataforma de gelo Larsen B, que existe há pelo menos 10.000 anos, mas ruiu parcialmente em 2002. O que resta abrange cerca de 1.600 quilômetros quadrados.

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Missão da Nasa fará espaçonave explodir na superfície de Mercúrio

 

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Ilustração da Universidade Johns Hopkins mostra sonda na órbita do planeta Mercúrio

A sonda espacial Messenger, há quatro anos na órbita de Mercúrio, irá chegar ao fim nesta quinta (30) de um jeito pouco comum.

A espaçonave irá se chocar com o próprio planeta. O impacto do veículo de 500 quilos a uma velocidade de 14 mil km/h deve criar uma cratera com 15 metros de comprimento na superfície de Mercúrio.

Esse “voo suicida” será o último ato da missão, que conseguiu enviar para a Terra informações inéditas sobre o menor planeta do Sistema Solar, apenas um pouco maior do que a Lua.

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Telescópio Hubble popularizou a astronomia, diz brasileiro na Nasa

Telescópio espacial comemora, nesta sexta-feira (24), 25 anos no espaço.
Para brasileiro, telescópio mudou tudo o que se entendia por astrofísica.

 Fotografia de 25 de abril de 1990 mostra telescópio espacial Hubble em órbita da Terra  (Foto: Nasa/AP)
Fotografia de 25 de abril de 1990 mostra telescópio espacial Hubble em órbita da Terra (Foto: Nasa/AP)


Infográfico explica como funciona o telescópio Hubble (Foto: G1)

Para o astrofísico brasileiro Rafael Eufrásio, que trabalha na Nasa, o telescópio espacial Hubble inspirou uma geração inteira de novos cientistas. “Desde selos de cartas, a roupas, gravatas e outros adereços é fácil perceber que o Hubble exerceu e exerce um papel fundamental em expor e criar interesse de crianças e jovens a seguirem carreiras científicas em geral”, afirmou o pesquisador.

O instrumento – que orbita a Terra a 570 km de altitude e é resultado de uma colaboração entre a agência espacial norte-americana, a Nasa, e a Agência Espacial Europeia, a ESA – comemora 25 anos no espaço nesta sexta-feira (24).

Eufrásio trabalha desde 2008 no Goddard Space Flight Center da Nasa. Este centro é, entre outras atividades, responsável pelas operações do Hubble. Em seus projetos de pesquisa, que envolvem a identificação das características da formação das estrelas em galáxias entre 10 e 300 milhões de anos-luz da Terra, o brasileiro conta que o Hubble teve o papel de discernir detalhes nas imagens que nenhum dos outros telescópios proporcionava.

O equipamento, que pesa 11 toneladas, mede 13,2 metros de comprimento por 4,2 metros de diâmetro. Com um espelho primário de 2,4 metros de diâmetro, o Hubble possui 100 terabytes de dados arquivados e gera atualmente 140 gigabytes de dados brutos por semana.

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