Arquivo da categoria: Sem categoria

Dia da Terra: Google Earth celebra com nova versão para web e Android

Em tempo de comemorar o Dia da Terra que acontece hoje, 22 de abril, o Google lançou na última terça-feira (18) uma versão repaginada do aplicativo Google Earth para web e Android. O app recebeu melhorias no recurso 3D e visitas guiadas por profissionais, além de um visual totalmente renovado. De acordo com o Google, a versão para iPhone (iOS) será lançada em breve.

As mudanças já podem ser vistas na versão para desktop do Google Earth e estão disponíveis para quem possui o Chrome com WebGL. A versão Android chegou ao mesmo tempo na Google Play Store, porém, dependendo da região, pode demorar de um a dois dias até estar disponível a todos os usuários.

Google Earth (Foto: Reprodução/Google)Veja as mudanças do Google Earth (Foto: Reprodução/Google)

Elza Goersch – 2º Ano – Guerra Fria

Material auxiliar para prova global do 2º Ano (1º período)

 

mapas

Guerra Fria

Arquivo 1 (TD):

Botao-Download

 

Arquivo 2 (Slide em PDF):

Botao-Download

Páginas correspondentes no livro didático: 29 a 47

© Copyright Prof. Henrique D. F. Souza

Estamos de volta!

Estamos de volta!

Por conta de diversos compromissos pessoais de nossos colaboradores, bem como a intertemporada sigilosa de nossa equipe, nosso blog andou meio “paradão” ultimamente.

Mas estamos de volta!

Nossa equipe também cresceu, fortalecemos ainda mais laços que já eram sólidos e juntos estamos preparando conteúdo informativo atualizado aliado a um corpo completo e funcional.

Por isto pedimos a paciência de vocês, leitores, por eventuais falhas que encontrem nos próximos dias.

Nossos leitores e amigos não podem ficar sem matéria, e iremos fazer um esforço para que esta parada não se repita mais.

Parece uma decisão simples, mas não é: as caixas de correio eletrônico dos nossos colaboradores estão hoje saturadas de informação. Uma nova newsletter pode muito facilmente transformar-se em apenas mais uma newsletter. E nós não pretendemos oferecer mais do mesmo.

Parece-nos que a diferenciação se faz naquilo que se acrescenta ao que todos já sabem e que tanto pode ser informação nova como um novo olhar sobre velhas realidades. Neste regresso queremos dar-lhes um pouco de ambos.

Agradecemos à todos que se manifestaram e pediram o retorno, bem como aos que chamaram para si a responsabilidade de manter o “coração batendo” e também aos leitores ávidos por mais conhecimento.

Atitudes como esta nos faz sempre acreditar que estamos no caminho certo. Os elogios e as críticas fazem parte do processo de aprendizado de qualquer ser humano e, nós, meros mortais, estamos sujeitos a isso.

Ficamos muito felizes por ver que o blog está em boas mãos e que muitos entenderam o quão difícil é a responsabilidade de partilhar informações; porém, talvez esta seja a forma mais eficiente de se acelerar o aprendizado.

A satisfação de ver a participação de todos com suas visões faz com que o crescimento seja coletivo; é só isso o que buscamos desde sempre.

Por isso, aí vai um aviso aos navegantes: estamos de volta!

A Equipe e colaboradores do Geografia Onne.

Maquetes Usinas de Energia – Modelos e dicas de como fazer

ffbb434fc6a4410c0ea087a8d82a7a77
 Para ajudar  alunos  a construir  maquetes de Usinas de Energia separamos algumas dicas muito especiais que possam auxiliar as equipes na construção das maquetes.escolares.
Um dos trabalhos escolares que toda criança ou adolescente faz na época dos estudos é a maquete.

Mesmo com chuva, prognóstico de seca no Ceará é mantido

Chove desde o fim de semana em Fortaleza e em quase todas as regiões do estado do Ceará. Segundo o último boletim da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), de segunda-feira, 23/02, houve precipitações em 134 dos 184 municípios cearenses e a previsão é de a chuva continue até quarta-feira, 25/02.

Imagens de satélite mostram nuvens sobre todo o estado, resultado da atuação de um fenômeno chamado Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN). O fenômeno, no entanto, não deve mudar o último prognóstico da Funceme, anunciado na sexta-feira passada, que previu precipitações abaixo da média histórica para os próximos três meses: março, abril e maio.

Em fevereiro, a Funceme registrou, até a semana passada, 52,4 milímetros de chuva, menos da metade da média histórica para o mês (127,1 milímetros).

No fim de semana, o governador do Estado, Camilo Santana, esteve em quatro municípios cearenses acompanhando ações de emergência contra a seca no estado.

Em Crateús, a 354 quilômetros de Fortaleza, o açude Barragem do Batalhão, que abastece a cidade, está completamente seco. O governador esteve no município e acompanhou o andamento da obra de uma adutora, que deve levar água de outro açude até a população.

O açude Araras, de onde será retirada a água a ser transportada pela adutora, fica no município de Varjota, a 141 quilômetros de Crateús. Também conforme o Portal Hidrológico, esse açude está com apenas 7,7% de sua capacidade total. Quase todos os açudes do Ceará estão com capacidade abaixo de 30%.

© Copyright Agência Brasil

Colômbia mostra nova cara ao mundo

Indicadores econômicos e sociais tornam o país um dos melhores para investimento e turismo na América Latina

Há quase duas décadas, a Colômbia passa por uma profunda transformação, que se re ete em seus indicadores sociais e econômicos. Por isso, a Marca País Colômbia está lançando uma iniciativa chamada “Lo Bueno de Colômbia”, que tem por objetivo mostrar ao resto do mundo como o país evoluiu nos últimos tempos e, assim, promover o seu turismo, as oportunidades de investimento e os seus aspectos culturais.

Em 1998, o ensino secundário atingia 85% da população. Atualmente, chega a 93%. A taxa de matrículas escolares em todos os níveis de educação era de 73,4% em 1998. Hoje, está acima de 82%. Em atenção à primeira infância, o orçamento total foi ampliado de 2,4% para 6%, e as matrículas pré-escolares ultrapassam 80%, favorecendo a cobertura de 93% no país.

Na saúde, também houve signi cativa evolução. O Sistema Geral de Previdência Social já atende 93% da população, cerca de 43,2 milhões de pessoas. Em 1998, esse índice era de apenas 59%.

REFLEXOS NA ECONOMIA
O“A economia da Colômbia cresce mais rápido do que a dos demais países da região. O ritmo vem se mantendo em 4% nos últimos cinco anos, acima da média latino-americana de 3%. Em 2013, o PIB cresceu mais de 5%, e cerca de 1 milhão de novos empregos foram criados”, diz a embaixadora da Colômbia no Brasil, Patrícia Cárdenas Santamaria. “A expectativa é de que a Colômbia cresça 4,5% ao ano nos próximos 20 anos”, completa.

Por tudo isso, o país está se tornando um dos mais atraentes para os investidores internacionais. Em 2013, registrou a entrada de US$ 15,8 bilhões, um valor recorde, que re ete aumento de 88% em relação ao ano anterior. No relatório do Banco Mundial “Doing Business Report”, a Colômbia é destacada como o terceiro país “mais amigável para fazer negócios” e o quinto do mundo em proteção ao capital estrangeiro. De acordo com pesquisa do JPMorgan, o país gura ainda como o segundo mais atrativo da América Latina para investimento.

Além disso, três das mais importantes classi cadoras de risco do mundo – Standard & Poor’s, Moody’s e Fitch Ratings – concederam à Colômbia o “Grau de Investimento”. Por sua vez, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) projeta que a Colômbia – integrante do bloco de países emergentes conhecido como Civets, ao lado de Indonésia, Vietnã, Egito, Turquia e África do Sul – será a trigésima economia mundial em 2025.

Cabe destacar ainda que o New Economics Foundation coloca a Colômbia em sexto lugar no ranking mundial de felicidade, que relaciona expectativa de vida com sustentabilidade do país.

DESTAQUE
Cabe destacar ainda que o New Economics Foundation coloca a Colômbia em sexto lugar no ranking mundial de felicidade, que relaciona expectativa de vida com sustentabilidade do país. “A atenção a itens básicos, como segurança, educação e saúde, aliada à localização geográ ca estratégica, à disponibilidade de recursos naturais e ao pujante mercado interno, são importantes propulsores dessa reformulação. Entretanto, a coragem e o carisma do povo também tornaram possível o reposicionamento econômico e social do país”, explica a embaixadora.

A melhora nesses indicadores econômicos e sociais também contribuiu para aumentar o turismo na Colômbia. De acordo com o Ministério do Comércio, Indústria e Turismo, o país recebeu mais de 2,6 milhões de visitantes em 2013, um crescimento de 119% em relação a 2007. O público é atraído, principalmente, pelas belezas naturais e festividades regionais, já que o país consta oito vezes na Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Unesco.

Detentora de 10% da biodiversidade do mundo, a Colômbia também reforçou as áreas de proteção ambiental. Em 1998, o Sistema Nacional de Parques Naturais respondia por 4,5% de áreas protegidas no território nacional. Em 2014, esse número aumentou para 6,9%.

MÃO DE OBRA QUALIFICADA E INOVAÇÃO
Talvez um dos símbolos mais emblemáticos dessa transformação no país seja Medellín. A cidade foi reconhecida, em 2013, como a mais inovadora do planeta, pelo e City Group e o e Wall Street Journal. “Temos uma lei pela qual 10% dos royalties coletados pela exploração dos recursos naturais não renováveis são investidos em ciência, tecnologia e inovação”, lembra a embaixadora da Colômbia.

INDICADORES SOCIAIS E ECONÔMICOS

A Colômbia é o país com a segunda maior disponibilidade de mão de obra quali cada na América Latina, tem uma das legislações trabalhistas menos complicadas e o melhor índice de exibilidade laboral na região, segundo o World Competitiveness Yearbook 2011, do International Institute for Management Development (IMD), da Suíça.

Copyright Reta Geografia – Editora Escala Ltda.

Dá para um humano viver em Marte?

Quando se fala em vida fora da Terra, a primeira possibilidade que vem à mente dos cientistas é Marte, o mais parecido com o nosso planeta no Sistema Solar.

A Nasa (agência espacial americana) anunciou que pretende enviar pessoas ao Planeta Vermelho até 2030. E uma organização holandesa conseguiu 10 mil inscrições para uma seleção que promete premiar 24 voluntários com uma viagem só de ida para participar de um reality show em solo marciano.

Apesar de tanta empolgação, viver no planeta é bem mais difícil do que parece. “Há vários fatores deletérios para a vida na superfície de Marte: temperaturas extremamente baixas, de -120ºC a +20ºC, atmosfera praticamente inexistente e feita quase que somente de gás carbônico (CO2) e uma altíssima incidência de radiação, tanto na forma de luz ultravioleta do Sol, quanto na forma de partículas, produzidas em explosões solares e de raios cósmicos”, descreve Douglas Galante, pesquisador de astrobiologia do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS).

Os desafios são grandes, mas o pesquisador é otimista: “É um ambiente parecido com o que existe no espaço, em órbita terrestre, onde está a Estação Espacial Internacional. Temos a tecnologia para driblar a maioria desses problemas”, declara Galante, que também é ligado ao Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG/USP).

Uma das maiores diferenças entre visitar Marte e a Estação Espacial, no entanto, é a duração da viagem: são necessários de seis a doze meses só para chegar ao Planeta Vermelho, enquanto a estação orbital é alcançada em apenas seis horas.

Nova roupa espacial da Nasa para viagem a MarteTecnologias em estudo

Tecnologias em estudo

Há vários estudos em andamento para driblar os desafios da vida em Marte. Para resolver a falta de oxigênio e a atmosfera tênue, por exemplo, os cientistas acreditam que é possível extrair elementos das rochas marcianas e produzir os gases necessários para respirarmos dentro de cúpulas ou estações.

Há quem diga que a temperatura de Marte seria o menor dos problemas a serem enfrentados, já que o ser humano é craque em aquecer planetas com sua capacidade intrínseca de provocar o efeito estufa. Para o pesquisador do LNLS, porém, a solução seria mais limpa: envolveria fontes de energia como fissão ou fusão nuclear, ou, ainda, painéis solares mais eficientes e duráveis que os atuais.

Já quando o assunto é a radiação, a coisa emperra. “Não temos a tecnologia, atualmente, para criar uma blindagem efetiva contra a radiação a um custo baixo e um peso compatível com o que uma nave conseguiria carregar. Atualmente, a melhor opção seria, na superfície de Marte, abrigar-se em cavernas naturais”, comenta Galante.
“Por não ter um campo magnético como a Terra, ou uma atmosfera espessa, Marte é muito mais exposta à radiação solar e cósmica”, justifica o pesquisador. A consequência seria, invariavelmente, problemas de saúde como câncer e outras lesões.

Passo para a humanidade

Será que tanto esforço compensa? Os holandeses que fundaram a Mars One apostam que sim. Eles acreditam que o projeto do reality show em Marte vai gerar destaque suficiente na mídia para angariar recursos para boa parte da missão, prevista para acontecer a partir de 2023.

Mesmo com a limitação de não poder trazer os voluntários de volta, já que não há tecnologia para isso, a Mars One tem atraído milhares de pessoas, e há vários brasileiros na lista. O custo estimado para a primeira viagem, com apenas quatro astronautas, é de US$ 6 bilhões. Mas astrônomos sérios são céticos em relação ao projeto.

Levar humanos a Marte, contudo, seria uma conquista e tanto do ponto de vista científico, basta lembrar os avanços que as viagens espaciais trouxeram para o nosso dia a dia, como o micro-ondas e o GPS. Uma pessoa ainda pode ter uma visão bem mais completa do que os diversos robôs que já foram ou ainda irão para lá. Mas será preciso pesar todos os prós e contras de uma missão arriscada como essa.

“É um balanço entre resultados e consequências que teremos de pensar se vale a pena, como humanidade. Mas temos que lembrar que, 500 anos atrás, quando iniciamos as grandes explorações marinhas, viajar para o desconhecido, como fez Cabral e Colombo, era tão perigoso quanto ir à Marte, e, mesmo assim, decidimos que valia a pena e até hoje somos gratos a essa ousadia”, conclui Galante.

© Copyright UOL