Dia da Terra: Google Earth celebra com nova versão para web e Android

Em tempo de comemorar o Dia da Terra que acontece hoje, 22 de abril, o Google lançou na última terça-feira (18) uma versão repaginada do aplicativo Google Earth para web e Android. O app recebeu melhorias no recurso 3D e visitas guiadas por profissionais, além de um visual totalmente renovado. De acordo com o Google, a versão para iPhone (iOS) será lançada em breve.

As mudanças já podem ser vistas na versão para desktop do Google Earth e estão disponíveis para quem possui o Chrome com WebGL. A versão Android chegou ao mesmo tempo na Google Play Store, porém, dependendo da região, pode demorar de um a dois dias até estar disponível a todos os usuários.

Google Earth (Foto: Reprodução/Google)Veja as mudanças do Google Earth (Foto: Reprodução/Google)

Elza Goersch – 2º Ano – Guerra Fria

Material auxiliar para prova global do 2º Ano (1º período)

 

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Guerra Fria

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Arquivo 2 (Slide em PDF):

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Páginas correspondentes no livro didático: 29 a 47

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Elza Goersh – 3º Ano – Etnia, Diversidade Cultural e Conflitos

Material auxiliar para prova global do 3º Ano (1º período)

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Etnia, Diversidade Cultural e Conflitos

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Páginas correspondentes no livro didático: 11 a 28

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Em 79º lugar, Brasil estaciona no ranking de desenvolvimento humano da ONU

O IDH é um índice medido anualmente pela ONU e utiliza indicadores de renda, saúde e educação (entenda a metodologia ao final desta reportagem).

O ranking mundial de desenvolvimento humano dos países apresenta o índice de cada nação, que varia de 0 a 1 – quanto mais próximo de um, mais desenvolvido é o país. No RDH divulgado nesta terça, o Brasil registrou IDH de 0,754, mesmo índice que havia sido registrado em 2014.

Conforme o relatório da Pnud, esta foi a primeira vez desde 2010 que o IDH do Brasil se manteve no mesmo patamar:

Mar avança sobre Rio São Francisco e afeta população ribeirinha em Alagoas

Fenômeno conhecido como salinização é provocado pela seca prolongada.

A estiagem prolongada tem feito o Rio São Francisco perder força na divisa de Alagoas e Sergipe, permitindo que o mar avance sobre a água doce. O fenômeno é conhecido como salinização e, segundo pesquisadores da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), está transformando o ecossistema da região e prejudicando a população ribeirinha.

Sem chuvas e com menos água no leito, o rio acaba sendo empurrado pela maré nos pontos onde encontra o mar.

É no trecho da Área de Preservação Ambiental (APA) da Foz do São Francisco, entre os municípios de Piaçabuçu (AL) e Brejo Grande (SE), que o fenômeno pode ser percebido com mais intensidade pelos quase 25 mil habitantes da região.

“A gente pescava surubim, piau, dourado e todas as espécies de água doce. Era tanto peixe na rede que a gente não podia nem carregar. Nessa época, a gente também plantava arroz, que dava era muito. Hoje a coisa tá diferente, a água está tão salgada que arde até os olhos”, relata o pescador alagoano José Anjo.

O que o pescador percebe no dia a dia também foi apontado pelo oceanógrafo Paulo Peter, pesquisador da Ufal que analisa os impactos ambientais e sociais da salinização do Rio São Francisco. “É possível notar no estuário a morte da vegetação típica de água doce, substituição dos peixes de água doce pelos de água salgada e inviabilização da água para o consumo humano”.

Piaçabuçu é o ponto de origem de outro problema que vem afetando os ribeirinhos, os esgotos (Foto: Jonathan Lins/G1)Em Piaçabuçu, outro problema vem afetando os ribeirinhos: o esgoto no rio (Foto: Jonathan Lins/G1)

Fevereiro foi o 2º mês mais quente desde 1880, diz Nasa

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O mês de fevereiro de 2016 foi o segundo mais quente desde 1880, quando as medições de temperatura começaram a ser realizadas, informou o Goddard Institute for Space Studies (GISS) da Nasa nesta quinta-feira (16).

No mês passado, a temperatura ficou 1,1 grau Celsius acima da média mundial, que é calculada com base nos números entre os anos de 1951 e 1980. O recorde de mês mais quente da história pertence a fevereiro de 2016, quando os termômetros ficaram 1,3 grau mais alto do que a média histórica.

De acordo com o GISS, o dado foi obtido após a análise das informações de 6,3 mil estações meteorológicas espalhadas pelo mundo, dos dados sobre os oceanos coletados por navios e boias e por índices apresentados por estações de pesquisa na Antártida.

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Transposição peca na revitalização do rio São Francisco, apontam especialistas

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Obras do eixo leste da transposição do rio São Francisco

A chegada das águas do rio São Francisco ao semiárido paraibano, nesta sexta-feira (10), marca a conclusão do eixo leste da transposição e contará com a presença do presidente Michel Temer. Mas o final da tão esperada obra no semiárido nordestino não encerra as polêmicas geradas pelo projeto, que custou R$ 10 bilhões.

Segundo especialistas, ficaram marcas na região ao serem deixadas de lado a revitalização do rio –que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu ao bancar a obra– e a negociação com comunidades afetadas. “Nós queremos revitalizar, recuperar as margens, as matas ciliares, fazer saneamento básico nas cidades para que não joguem dejetos no São Francisco, e começamos fazendo isso”, disse Lula, em 2009, durante o programa “Café com o Presidente”, em outubro de 2009.

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