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Hackathon 2017: Inscreva-se!

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Programadores e geeks novamente ocuparão a casa mais vigiada do Brasil após o fim do BBB para participar de uma das maiores maratonas de tecnologia do país. O vencedor ganhará uma viagem para o Vale do Silício, nos Estados Unidos!

O que é Hackathon

Hackathon significa maratona de programação. O termo resulta de uma combinação das palavras inglesas “hack” (programar de forma excepcional) e “marathon” (maratona).

O Hackathon é um evento que reúne programadores, desig

ners e outros profissionais ligados ao desenvolvimento de software para uma maratona de programação, cujo objetivo é desenvolver um software que atenda a um fim específico ou projetos livres que sejam inovadores e utilizáveis. A maratona pode durar entre um dia ou uma semana.

Nesses eventos, os participantes têm a oportunidade de concorrer a prêmios, conhecer outros profissionais da área, fazer Networking, participar de um projeto colaborativo em um ambiente específico de programação.

O que faz um evento como esse ser um sucesso é o desafio e lembrando que não pode faltar a diversão. As pessoas disponibilizam seu tempo para resolver um problema e é importante que se sintam bem a vontade, ou seja, participem da maratona com entusiasmo do inicio ao fim.

Nem todos vencem as maratonas, mas todos deixam legados de grande valor para a sociedade.

A Maratona tem como foco principal, conseguir solucionar o problema proposto até o final do evento, disponibilizando a empresa patrocinadora soluções inteligentes, eficazes e inovadoras.

O Hackathon 2017

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Sonda Rosetta descobre que cometa não tem campo magnético

A Agência Espacial Europeia divulgou imagens da superfície do cometa 67P feitas pela sonda Rosetta entre 31 de janeiro e 25 de março deste ano, a distância de 30 a 100 km do cometa
A Agência Espacial Europeia divulgou imagens da superfície do cometa 67P feitas pela sonda Rosetta entre 31 de janeiro e 25 de março deste ano, a distância de 30 a 100 km do cometa

A sonda europeia Rosetta revelou que o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko não tem um núcleo magnético, o que contradiz o que se acreditava até então sobre a formação e a evolução dos cometas. As medições do módulo Philae, que se desprendeu da Rosetta e pousou no cometa, sugerem que as forças magnéticas “não desempenham um papel preponderante na formação e evolução de um cometa”, nas palavras do cientista do projeto Rosetta Hans-Ulrich Auster. Ele apresentou esses dados em uma conferência de imprensa nesta terça-feira (14).

A comunidade científica pensava até agora que processos como a magnetização eram parte da formação e evolução dos cometas, mas, segundo Auster, em missões espaciais anteriores, os dados não eram totalmente confiáveis devido à interação entre os ventos solares e os cometas. O estudo das propriedades do cometa podem fornecer pistas sobre o papel dos campos magnéticos na formação dos planetas e cometas do Sistema Solar, há 4,6 bilhões de anos.

Lançada em março de 2004, a sonda Rosetta orbita o 67/P desde o ano passado. Após dez anos de viagem, o módulo Philae abandonou a sonda Rosetta da Agência Espacial Europeia (ESA) e pousou sobre o cometa em 12 de novembro de 2014. O cometa está situado a 500 milhões de quilômetros da Terra.

 

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Câmara aprova adesão do Brasil a megatelescópio

 Concepção artística mostra como deve ser o E-ELT no pico do Cerro Armazones, no Chile

Concepção artística mostra como deve ser o E-ELT no pico do Cerro Armazones, no Chile

A Câmara dos Deputados aprovou na quinta-feira (19) a adesão do Brasil ao maior consórcio de pesquisas astronômicas  do mundo, o Observatório Europeu do Sul (ESO). A aprovação veio com mais de quatro anos de atraso. O acordo de adesão do país ao grupo foi assinado em dezembro de 2010 pelo então ministro brasileiro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende. O projeto segue agora para votação no Senado.

A construção do E-ELT no deserto chileno do Atacama custará cerca de 1 bilhão de euros e as primeiras observações são esperadas para daqui a dez anos. O telescópio, com 39 metros de diâmetro, ficará na cúpula do Monte Armazones, a 20 km do Monte Paranal, onde já está instalado o Telescópio Muito Grande (VLT), da ESO.

O novo aparelho “permitirá a caracterização inicial de exoplanetas com massa similar à da Terra, o estudo de populações estelares em galáxias próximas e observações ultra-sensíveis do universo profundo”, indicou a ESO, que tem sede em Garching, perto de Munique (Alemanha).

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Sistema Galileu: 6º satélite recolocado em órbita

FOTO: J.Huart/ESA

 

O satélite Sat-6 do sistema europeu de navegação Galileu, um dos dois satélites colocados em agosto passado numa órbita ruim, foi reposicionado numa trajetória melhor, anunciou a Agência Espacial Europeia (ESA), nesta sexta-feira.

Agora, os pesquisadores vão realizar testes até o final do mês para avaliar as performances dos instrumentos de navegação, e verificar se é possível se integrar ao sistema, garante a ESA em comunicado.

O programa Galileu foi desenvolvido para permitir ter uma alternativa ao sistema de navegação por satélite norte-americano GPS.

Lançado em 22 de agosto no foguete lançador russo Soyuz, a partir da Guiana Francesa, os dois satélites Sat-5 e Sat-6 não conseguiram chegar na órbita circular prevista para 23.522 km de altitude. Ao contrário, ficaram em uma órbita elíptica 6.000 km mais abaixo que o previsto e o erro não pôde ser retificado, tornando o sistema Galileu inoperante.

Desde então, a ESA iniciou uma missão de “resgate” e conseguiu, em novembro, reposicionar o Sat-5 numa órbita degradada, “um pouco mais adaptada às operações de navegação”.

Para o Sat-6, as operações de salvamento começaram em meados de janeiro e foram concluídas após seis semanas – ou 14 manobras depois.

A posição atual o coloca numa posição espelhada com relação ao Sat-5, com os dois satélites ficando simetricamente de um lado do planeta.

Quando os testes forem concluídos, caberá à Comunidade Europeia decidir se serão integrados na constelação do satélite, ressaltou a ESA.

Quatro primeiros satélites do sistema Galileu já haviam sido lançados anteriormente.

O sistema Galileu contará, ao todo, com 30 satélites. Vinte serão lançados de hoje até 2017, e seis outros serão acrescentados até 2020.

Os dois próximos satélites serão lançados em 27 de março.

 

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Ceará receberá Polo de Inovação para investimento tecnológico

Um dos cinco polos de inovação a serem implantados no País funcionará no Instituto Federal do Ceará (IFCE)

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O Ceará receberá um dos cinco novos polos de inovação a serem criados no País, para execução de planos de desenvolvimento tecnológico.

O equipamento será implantado pelo Instituto Federal do Ceará (IFCE), na área de “Sistemas Embarcados e Mobilidade Digital”, e funcionará como campus, com estrutura própria.

O anúncio foi feito pelo reitor Virgílio Araripe nesta quarta-feira, 4, após aprovação da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), gestora nacional dos polos. Com a implantação do equipamento, o Instituto poderá realizar parceria com empresas do setor industrial.

Os institutos federais credenciados terão compromisso com a Embraprii por períodos de três ou seis anos, dependendo da modalidade de operação pretendida, para o desenvolvimento de projetos de inovação.

Para o reitor Virgílio Araripe, o polo deve contribuir para o desenvolvimento do Estado. “Essa conquista também é um reconhecimento à alta qualificação dos nossos pesquisadores. Certamente, o polo de inovação será um equipamento que vai contribuir bastante para o desenvolvimento do Estado do Ceará”.

De acordo com informações repassadas pelo Instituto, o objetivo com a nova implantação é elevar o investimento percentual em inovação e o nível de produtividade de indústrias clientes, além de contribuir para empreendedorismo entre os alunos.

 

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