NASA encontra água em Mercúrio

Agência espacial norte-americana confirma a existência de gelo na superfície do planeta.

(Fonte da imagem: Reprodução/NASA)

Com base em dados obtidos pela sonda espacial Messenger, a NASA confirmou que Mercúrio, o planeta mais próximo do Sol, conta com água em sua superfície. E não se trata de uma pequena quantidade.

Segundo a agência espacial, o planeta apresenta uma abundante quantidade de gelo e outros materiais voláteis congelados nas crateras polares. Apesar da proximidade com o Sol e das altas temperaturas registradas na superfície, as regiões polares de Mercúrio jamais são atingidas pelos raios solares graças à inclinação de seu eixo de rotação, que apresenta um ângulo de apenas 1 grau.

Água e matéria orgânica

O curioso é que, além da incrível confirmação de que existe água em Mercúrio, os cientistas da NASA também observaram que o gelo encontrado nas crateras polares está coberto por uma camada de um material mais escuro. Essa cobertura mantém o gelo em isolamento térmico e evita que ele se torne instável.

Contudo, o mais surpreendente é que a NASA acredita que essa camada mais escura seja uma complexa mistura de materiais orgânicos. Tais compostos seriam semelhantes aos que deram origem à vida aqui na Terra e provavelmente chegaram à superfície de Mercúrio graças à colisão de cometas e asteroides.

Telescópio Hubble descobre a galáxia mais distante já observada

Em destaque, a galáxia MACS0647-JD, a mais distante já vista pelo ser humano (Fonte da imagem: HubbleSite)

O telescópio Hubble acaba de descobrir o objeto mais distante do universo: a galáxia MACS0647-JD, que está a 13,3 bilhões de anos-luz da Terra e só pode ser vista com a ajuda de lentes muito potentes. O objeto celeste está tão longe que o Hubble não conseguiu sequer observá-lo diretamente. Para realizar a tarefa, foram necessárias ampliações da imagem e a utilização de 17 filtros diferentes, sendo que a MACS0647-JD apareceu apenas em dois dos filtros mais vermelhos do telescópio.

De acordo com Dan Coe, do Space Telescope Science Institute, isso significa que a “MACS0647-JD é um objeto muito vermelho, que brilha somente em comprimentos de ondas vermelhos, ou que está extremamente longe” e sua luz, alterada pelo efeito de desvio para o vermelho, acaba chegando até nós dessa forma. Coe também não descarta uma combinação das duas hipóteses.

Ainda se sabe muito pouco sobre a natureza da MACS0647-JD, mas os cientistas já podem adiantar alguns fatos sobre ela. Para começar, essa é uma galáxia muito pequena, com “apenas” 600 anos-luz de diâmetro, uma medida irrisória se levarmos em conta que a Via Láctea tem cerca de 150 mil anos–luz de diâmetro. Isso indica, por exemplo, que a MACS0647-JD é, ou foi, uma proto-galáxia — ou seja, ela pode ter sido um pequeno grupo de estrelas que se formou logo depois do Big Bang e que, eventualmente, se uniu com outros aglomerados para formar uma galáxia como a que conhecemos hoje.

Telescópio Hubble descobre a galáxia mais distante já observada

A galáxia fica a 13,3 bilhões de anos-luz da Terra e já é considerada como sendo o objeto mais distante já observado no Universo.

Em destaque, a galáxia MACS0647-JD, a mais distante já vista pelo ser humano (Fonte da imagem: HubbleSite)

O telescópio Hubble acaba de descobrir o objeto mais distante do universo: a galáxia MACS0647-JD, que está a 13,3 bilhões de anos-luz da Terra e só pode ser vista com a ajuda de lentes muito potentes. O objeto celeste está tão longe que o Hubble não conseguiu sequer observá-lo diretamente. Para realizar a tarefa, foram necessárias ampliações da imagem e a utilização de 17 filtros diferentes, sendo que a MACS0647-JD apareceu apenas em dois dos filtros mais vermelhos do telescópio.

De acordo com Dan Coe, do Space Telescope Science Institute, isso significa que a “MACS0647-JD é um objeto muito vermelho, que brilha somente em comprimentos de ondas vermelhos, ou que está extremamente longe” e sua luz, alterada pelo efeito de desvio para o vermelho, acaba chegando até nós dessa forma. Coe também não descarta uma combinação das duas hipóteses.

Ainda se sabe muito pouco sobre a natureza da MACS0647-JD, mas os cientistas já podem adiantar alguns fatos sobre ela. Para começar, essa é uma galáxia muito pequena, com “apenas” 600 anos-luz de diâmetro, uma medida irrisória se levarmos em conta que a Via Láctea tem cerca de 150 mil anos–luz de diâmetro. Isso indica, por exemplo, que a MACS0647-JD é, ou foi, uma proto-galáxia — ou seja, ela pode ter sido um pequeno grupo de estrelas que se formou logo depois do Big Bang e que, eventualmente, se uniu com outros aglomerados para formar uma galáxia como a que conhecemos hoje.