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I OLIMPÍADA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA – OBG

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Foto: © Copyright OBG

Após anos de espera, agravados pelo cancelamento repentino da Viagem do Conhecimento neste último fim de semana, surge a tão aguardada OBG – Olimpíada Brasileira de Geografia! Melhor ainda: a OBG selecionará para competições internacionais, a IGeo –  International Geoghraphy Olympiad e a IESO – International Earth Science Olympiad.

Quer participar desse momento histórico? As inscrições já estão abertas no site da competição.

Não perca essa oportunidade, a prova será dia 20 de Maio!

A I OLIMPÍADA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA – OBG é a fase nacional do projeto Olimpíada Geo-Brasil – OGB. A OGB inclui também uma fase internacional da International Geoghraphy Olympiad – iGeo e da International Earth Science Olympiad – IESO, a seleção para participar das fases internacionais ocorre através da OBG. Para a IESO a seleção também ocorre através da Olimpiada Brasileira de Agropecuenaria (OBAP).

Para o ano de 2015 pretende-se enviar uma delegação brasileira para participar da iGeo 2015, a partir da disponibilidade de recursos financeiros a serem obtidos.

Os temas de interesse da Olimpíada Brasileira de Geografia envolvem a Geografia e as Geociências.

Os estudantes participantes da olimpíada deverão demonstrar a sua capacidade de análise e interpretação dos fenômenos geográficos de modo integrado, rompendo com o dualismo Geografia física x geografia humana que deve estar expressa nas metodologias de ensino e aprendizagem contidas na formação desses estudantes.

Eventos dessa natureza primam pela competição, mas o objetivo da comissão científica da OBG é criar um espaço de colaboração e aproveitar o evento para o crescimento e a difusão de boas práticas de ensino.

A Olimpíada se desdobra em duas partes: uma prova competitiva e uma prova cooperativa, que se tornarão objeto de interesse de estudantes e professores, envolvendo no seu projeto questões como: sustentabilidade, utilização ética dos recursos naturais, contribuindo para a criação de uma sociedade justa e participativa. É possível a participação em apenas uma das duas partes. A parte cooperativa não gera pontuações e não influi para a classificação da parte competitiva.

© Copyright Geografia Onne / OBG

8 de abril: saiba mais sobre o Dia Mundial da Astronomia

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O dia 8 de abril é considerado, no Brasil, o Dia Mundial da Astronomia. Existem divergências quanto à data dessa celebração. Mas, ao contrário do que se pensa, a expressão “Dia Mundial” não significa “Dia Internacional” da Astronomia. A nomenclatura de “Dia Internacional” é reservada apenas para os dias oficializados pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Há, de fato, um Dia Internacional da Astronomia. Embora não oficializado pela União Internacional Astronômica (IAU) ou pela ONU, ele é celebrado em vários países. Esse dia está ligado às fases da Lua e é, portanto, uma data móvel.

Polêmica à parte, você sabe o que é e qual a importância da astronomia?

Astronomia2A Astronomia é uma ciência natural que estuda corpos celestes como estrelas, planetas, cometas, nebulosas, aglomerados de estrelas, galáxias. Esta ciência estuda também fenômenos que se originam fora da atmosfera da Terra como as radiações cósmicas. Ela está preocupada com a evolução, a física, a química, o movimento de objetos celestes e o desenvolvimento do universo. Culturas pré-históricas deixaram vários artefatos astronômicos registrados, indicando que a astronomia é uma das ciências mais antigas.

Essa ciência se divide em dois ramos: a astronomia observacional e a astronomia teórica. A primeira está focada na aquisição de dados a partir da observação, utilizando os princípios básicos da física. Já a segunda é orientada para o desenvolvimento de modelos analíticos que descrevem objetos e fenômenos astronômicos.

O desenvolvimento da astronomia moderna só aconteceu após a invenção do telescópio, quando foi possível fazer análises melhores. Os primeiros telescópios surgiram na Holanda, por volta do ano de 1600. Dez anos depois, o astrônomo italiano Galileu Galilei decidiu construir o seu próprio telescópio. O primeiro modelo tinha capacidade para ampliar em nove vezes os objetos focados.

Este tipo de ciência é um dos poucos onde a observação de amadores tem importância, já que eles atuam com muita eficiência na descoberta e estudo dos fenômenos transitórios.

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© Copyright Clube de Astronomia Órion / Henrique D. F. Souza / Líria Jade

Palestra sobre os Recursos Hidricos do Ceará e a Bacia do Acaraú – Material e Relatório

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Sobre a palestra com a Dra. Patrícia Vasconcelos Frota, realizar um relatório para ser entrege na próxima aula destacando a importância, os pontos principais e uma análise sobre a realidade apresentada.

Resumo do Currículo da Palestrante: Bacharel e Licenciada em Geografia pela Universidade Estadual do Ceará (1999). Mestre em Desenvolvimento Sustentável pela Universidade de Brasília (2006). Doutora em Ciências Florestais pela Universidade de Brasília (2012). Consultora na área de planejamento e gestão ambiental. Tem experiência e atua como docente em cursos de graduação e pós-graduação, com ênfase no ensino de geografia física, educação ambiental, gestão ambiental e bacias hidrográficas.

Link para download: Palestra EEEP Francisca Neilyta Carneiro Albuquerque

Concurso de fotografia mostra espetáculo de luzes e estrelas no céu

A duas semanas do fim das inscrições do prêmio Fotógrafo de Astronomia do Ano Insight, veja algumas das belas imagens que já foram cadastradas.

A duas semanas do fim das inscrições do prêmio Fotógrafo de Astronomia do Ano Insight, a BBC separa algumas das belíssimas imagens que foram cadastradas até agora, incluindo esta foto, de Martin Giertl, da Via Láctea sobre os lagos Elfin, no Canadá (Foto: Martin Giertl)A menos de duas semanas do fim das inscrições do prêmio Fotógrafo de Astronomia do Ano Insight, a BBC separou algumas das belíssimas imagens que foram cadastradas até agora, incluindo esta foto, de Martin Giertl, da Via Láctea sobre os lagos Elfin, no Canadá (Foto: Martin Giertl)
Valery Shamukov inscreveu essa imagem do Sol, fotografada com uma gama de cores bem reduzida (Foto: Valery Shamukov)Valery Shamukov inscreveu essa imagem do Sol, fotografada com uma gama de cores bem reduzida (Foto: Valery Shamukov)
'Este local é chamado de Monjes de la Pacana, perto da tríplice fronteira entre Bolívia, Chile e Argentina', disse o fotógrafo Adhemar Duro Jr. 'Os monges (monjes, em espanhol) são formações rochosas gigantes e o monolito fotografado aqui é o mais emblemático de todos eles, tendo o tamanho de um prédio pequeno' (Foto: Adhemar Duro Jr.)‘Este local é chamado de Monjes de la Pacana, perto da tríplice fronteira entre Bolívia, Chile e Argentina’, disse o fotógrafo Adhemar Duro Jr. ‘Os monges (monjes, em espanhol) são formações rochosas gigantes e o monolito fotografado aqui é o mais emblemático de todos eles, tendo o tamanho de um prédio pequeno’ (Foto: Adhemar Duro Jr.)
Sebastián Guillermaz passou longas horas de uma noite tentando fotografar um cometa. Infelizmente não conseguiu mas, enquanto deixava o local, teve a sorte de testemunhar esta vista belíssima da Lua (Foto: Sebastián Guillermaz)Sebastián Guillermaz passou longas horas de uma noite tentando fotografar um cometa. Infelizmente não conseguiu mas, enquanto deixava o local, teve a sorte de testemunhar esta vista belíssima da Lua (Foto: Sebastián Guillermaz)
Esta foto da Lua sobre o iluminado castelo de Edimburgo no Natal de 2014 foi enviada por Grant Ritchie (Foto: Grant Ritchie)Esta foto da Lua sobre o iluminado castelo de Edimburgo no Natal de 2014 foi enviada por Grant Ritchie (Foto: Grant Ritchie)
Este espetáculo da aurora boreal sobre Trwyn Du, no País de Gales, foi registrado por Adrian Kingsley-Hughes (Foto: Adrian Kingsley-Hughes)Este espetáculo da aurora boreal sobre Trwyn Du, no País de Gales, foi registrado por Adrian Kingsley-Hughes (Foto: Adrian Kingsley-Hughes)
Esta imagem de Mark Hanson é a Nebulosa do Coração, IC 1805, Sh2-190, que fica a cerca de 7,5 mil anos-luz de distância da Terra na constelação de Cassiopeia (Foto: Mark Hanson)Esta imagem de Mark Hanson é a Nebulosa do Coração, IC 1805, Sh2-190, que fica a cerca de 7,5 mil anos-luz de distância da Terra na constelação de Cassiopeia (Foto: Mark Hanson)
Esta vista panorâmica do céu à noite no Parque Nacional dos Arcos, no Utah, foi composta por David Toussaint a partir de mais de 20 cliques individuais (Foto: David Toussaint)Esta vista panorâmica do céu à noite no Parque Nacional dos Arcos, no Utah, foi composta por David Toussaint a partir de mais de 20 cliques individuais (Foto: David Toussaint)
Esta imagem da Nebulosa de Eta Carinae, que fica a cerca de 7,5 mil anos-luz do Sol, foi feita por Stephen Mohr (Foto: Stephen Mohr)Esta imagem da Nebulosa de Eta Carinae, que fica a cerca de 7,5 mil anos-luz do Sol, foi feita por Stephen Mohr (Foto: Stephen Mohr)
Dave Brosha registrou o momento em que o amigo Paul Zizka, também fotógrafo, acompanhava a aurora boreal (Foto: Dave Brosha)Dave Brosha registrou o momento em que o amigo Paul Zizka, também fotógrafo, acompanhava a aurora boreal (Foto: Dave Brosha)
Outra imagem da aurora boreal. Esta, de Kolbein Svensson, foi feita com cinco fotos verticais que, juntas, criam uma panorâmica (Foto: Kolbein Svensson)Outra imagem da aurora boreal. Esta, de Kolbein Svensson, foi feita com cinco fotos verticais que, juntas, criam uma panorâmica (Foto: Kolbein Svensson)
A lagoa Waldronville em Otago, na Nova Zelândia, é o cenário para essa foto de Ian Griffin que mostra a Estação Espacial Internacional passando no campo de visão (Foto: Ian Griffin)A lagoa Waldronville em Otago, na Nova Zelândia, é o cenário para essa foto de Ian Griffin que mostra a Estação Espacial Internacional passando no campo de visão (Foto: Ian Griffin)

Fotógrafos têm até o dia 16 de abril para inscrever suas imagens pelo site www.rmg.co.uk/astrophoto.

© Copyright BBC / G1

Eclipse Lunar Total e Lua de Sangue de 04 de abril será transmitido ao vivo. Confira!

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Mais um belo evento astronômico vem vindo ai.
No próximo dia 04 de abril teremos o primeiro Eclipse Lunar Total (Lua de Sangue) de 2015. Esse evento pertence a Tétrade de eclipses, que são quatro eclipses lunares seguidos. Uma pena que não vai ocorrer aqui no Brasil, mas  você poderá assistir a transmissão ao vivo, aqui mesmo em nosso site, uma cortesia do Clube de Astronomia Órion e do Projeto Slooh.Este é o primeiro de dois eclipses lunares totais em 2015.

E pra tirar a dúvida e esclarecer tudo sobre esse grande evento, preparamos essa matéria especial. Confira!

Como acontece um eclipse lunar?

diferença de eclipse lunar para eclipse solar

Um eclipse lunar acontece quando a Terra se posiciona exatamente entre o Sol e a Lua, e com isso, o nosso planeta projeta uma sombra no nosso satélite natural. Essa sombra pode ser vista a partir de algumas regiões do nosso planeta, que é onde o eclipse é visível. Como a órbita da Lua é ligeiramente inclinada em relação a trajetória do Sol no céu, a Lua quase sempre passa abaixo ou acima da sombra projetada pela Terra, por isso os eclipses lunares não acontecem em todas as luas cheias.

O Eclipse Lunar do dia 04 de abril vai ser visível no Brasil? Qual horário?

O Eclipse Lunar Total de 4 de abril de 2015 será visível no oeste da América do Norte, no Pacífico, leste da Ásia, Austrália e Nova Zelândia. No Brasil, o Eclipse Lunar do dia 04 de abril será visível parcialmente. Já no extremo leste do Brasil (Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, entre outros), o eclipse não será visível.

visibilidade eclipse lunar 4 de abril de 2015
Áreas escuras não poderão observar o eclipse lunar de abril de 2015 Créditos: NASA

O eclipse lunar total do dia 4 de abril de 2015 terá início às 10h15 UTC e término às 13h44 UTC, e a totalidade do eclipse terá duração de 4 minutos e 43 segundos. O eclipse parcial terá início às 09h01 UTC (06h00 pelo horário de Brasília), e término às 14h58 UTC (11h58 pelo horário de Brasília).

Lua de Sangue do dia 04 de abril de 2015: o que isso significa?

Algumas vezes a Lua passa pela penumbra dessa sombra projetada pela Terra, o que chamamos de Eclipse Lunar Penumbral, evento quase imperceptível, pois a Lua ganha apenas um leve sombreado. Às vezes a Lua chega a passar um pouco pela sombra central, o que chamamos de Eclipse Lunar Parcial, porém, o mais raro de todos é o Eclipse Lunar Total, que também é chamado de Lua de Sangue. Na verdade, esse apelido “Lua de Sangue” não é correto, pois a Lua só ganha a coloração avermelhada em alguns casos imprevisíveis. Portanto, seria correto chamar um eclipse lunar total de Lua de Sangue apenas se ele já aconteceu, e realmente teve a famosa coloração avermelhada.

A Tétrade de Eclipses Lunares

Um Eclipse Lunar Total já é um evento raro por si só, mas o que torna esse eclipse do dia 04 de abril ainda mais especial é o fato dele fazer parte de uma tétrade de eclipses, que é quando quatro eclipses lunares totais acontecem seguidos (evento conhecido popularmente como quatro Luas de Sangue). A última vez que uma série de eclipses lunares totais aconteceu em sequência foi em 2003 e 2004, e apenas mais sete sequências como essa acontecerão no século atual.

O primeiro eclipse dessa tétrade aconteceu no dia 15 de abril de 2014, o segundo no dia 08 de outubro de 2014, o terceiro acontece agora, e o último será no dia 28 de setembro de 2015.

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Eclipse lunar

Os Eclipses Lunares Totais, ou Luas de Sangue (como são conhecidos), são vistos como eventos de má-sorte ou são correlacionados com catástrofes globais, etc… porém, trata-se apenas de um evento astronômico natural, cuja beleza é o único ingrediente para que ele seja visto com grandeza e esplendor.

Transmissão ao vivo

Como de costume, você poderá assistir a transmissão ao vivo do Eclipse Lunar Total no dia 04 de abril aqui em nosso site, uma cortesia do Clube de Astronomia Órion e do Projeto Slooh.

A transmissão ao vivo será feita a partir de vários locais em todo o mundo, com duração de aproximadamente quatro horas. A cobertura completa terá narração (em inglês) de Bob Berman, Will Gater, e Eric Edelman.

A transmissão ao vivo será exibida pelo observatório Slooh através desse link.

Em breve faremos outra matéria com links e players ao vivo de outros sites, se confirmar, teremos a transmissão ao vivo de um dos nossos parceiros brasileiro.
Conheça também o site oficial do Projeto Slooh

Fiquem atentos para mais informações a qualquer momento.

Clube de Astronomia ÓrionClube de Astronomia Órion

© Copyright Clube de Astronomia Órion / Prof. Henrique D. F. Souza

Praia de Ipanema recebe show em apoio à ‘Hora do Planeta’

Campanha pede que pessoas apaguem as luzes por 60 minutos.
Playing For Change e Hamilton de Holanda são algumas das atrações.

 © Copyright G1

Uma multidão se reuniu na Praia de Ipanema, na noite deste sábado (28), para acompanhar os shows que apoiam a “Hora do Planeta”. A ação pede que população, governos e empresas apaguem as luzes por 60 minutos, das 20h30 às 21h30, em um ato simbólico global por soluções para as mudanças climáticas.

Apresentam-se em apoio à causa global o grupo Playing For Change e os músicos Hamilton de Holanda, Rodrigo Sha e Eduardo Neves, além do DJ Nado Leal.

O bondinho do Pão de Açúcar, o Jardim Botânico, o Pão de Açúcar, o MAM, o MAC de Niterói e o Shopping Rio Sul são alguns locais que vão aderirar à campanha e terão suas luzes apagadas.

Hora do Planeta tem show em Ipanema (Foto: Beta Saad/Arquivo Pessoal)
Hora do Planeta tem show em Ipanema (Foto: Beta Saad/Arquivo Pessoal)

Hora do Planeta “apagou” a Torre Eiffel durante cinco minutos

Por razões de segurança, o monumento mais visitado do mundo não se manteve às escuras durante uma hora.

Agora vê-a, agora... menos. Durante cinco minutos a Torre Eiffel esteve sem luzes decorativas
Durante cinco minutos a Torre Eiffel esteve sem luzes decorativas Fotografia © EPA/ETIENNE LAURENT

A emblemática Torre Eiffel, em Paris, esteve hoje com luzes apagadas durante cinco minutos, para assinalar a Hora do Planeta, uma iniciativa que se comemora em todo o mundo contra o aquecimento global.

A Hora do Planeta cumpre-se durante uma hora, mas, por razões de segurança, o monumento mais visitado do mundo só esteve com as luzes desligadas durante cinco minutos, constatou um fotógrafo da agência de notícias francesa AFP.

Ao todo, em Paris, cerca de 300 monumentos estiveram, a partir das 20:30 (horário local), às escuras.

Para a organização ambientalista WWF, que promove a iniciativa pela nona vez, a ideia não é poupar eletricidade, mas lembrar o custo do consumo de energia para o planeta e exigir compromissos internacionais fortes para travar o aquecimento global.

Paris vai acolher este ano, entre 30 de novembro e 11 de dezembro, a conferência mundial sobre alterações climáticas.

A Hora do Planeta 2015 teve, de acordo com a WWF, a adesão de mais de 170 países, incluindo Portugal, onde se esperava que monumentos como o Palácio da Pena, em Sintra, estivessem sem luzes acesas durante uma hora, entre as 20:30 e as 21:30.

A Ponte de Sydney, na Austrália, a Torre Taipei, um dos edifícios mais altos do mundo, em Taiwan, bem como as torres gémeas Petronas, em Kuala Lumpur, na Malásia, também ficaram às escuras.

O Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, a Sagrada Família, em Barcelona, a Times Square, em Nova Iorque, o Big Ben, em Londres, a Catedral de Colónia e a Acrópole de Atenas constavam também da lista de locais com luzes apagadas.

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