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Concurso de fotografia mostra espetáculo de luzes e estrelas no céu

A duas semanas do fim das inscrições do prêmio Fotógrafo de Astronomia do Ano Insight, veja algumas das belas imagens que já foram cadastradas.

A duas semanas do fim das inscrições do prêmio Fotógrafo de Astronomia do Ano Insight, a BBC separa algumas das belíssimas imagens que foram cadastradas até agora, incluindo esta foto, de Martin Giertl, da Via Láctea sobre os lagos Elfin, no Canadá (Foto: Martin Giertl)A menos de duas semanas do fim das inscrições do prêmio Fotógrafo de Astronomia do Ano Insight, a BBC separou algumas das belíssimas imagens que foram cadastradas até agora, incluindo esta foto, de Martin Giertl, da Via Láctea sobre os lagos Elfin, no Canadá (Foto: Martin Giertl)
Valery Shamukov inscreveu essa imagem do Sol, fotografada com uma gama de cores bem reduzida (Foto: Valery Shamukov)Valery Shamukov inscreveu essa imagem do Sol, fotografada com uma gama de cores bem reduzida (Foto: Valery Shamukov)
'Este local é chamado de Monjes de la Pacana, perto da tríplice fronteira entre Bolívia, Chile e Argentina', disse o fotógrafo Adhemar Duro Jr. 'Os monges (monjes, em espanhol) são formações rochosas gigantes e o monolito fotografado aqui é o mais emblemático de todos eles, tendo o tamanho de um prédio pequeno' (Foto: Adhemar Duro Jr.)‘Este local é chamado de Monjes de la Pacana, perto da tríplice fronteira entre Bolívia, Chile e Argentina’, disse o fotógrafo Adhemar Duro Jr. ‘Os monges (monjes, em espanhol) são formações rochosas gigantes e o monolito fotografado aqui é o mais emblemático de todos eles, tendo o tamanho de um prédio pequeno’ (Foto: Adhemar Duro Jr.)
Sebastián Guillermaz passou longas horas de uma noite tentando fotografar um cometa. Infelizmente não conseguiu mas, enquanto deixava o local, teve a sorte de testemunhar esta vista belíssima da Lua (Foto: Sebastián Guillermaz)Sebastián Guillermaz passou longas horas de uma noite tentando fotografar um cometa. Infelizmente não conseguiu mas, enquanto deixava o local, teve a sorte de testemunhar esta vista belíssima da Lua (Foto: Sebastián Guillermaz)
Esta foto da Lua sobre o iluminado castelo de Edimburgo no Natal de 2014 foi enviada por Grant Ritchie (Foto: Grant Ritchie)Esta foto da Lua sobre o iluminado castelo de Edimburgo no Natal de 2014 foi enviada por Grant Ritchie (Foto: Grant Ritchie)
Este espetáculo da aurora boreal sobre Trwyn Du, no País de Gales, foi registrado por Adrian Kingsley-Hughes (Foto: Adrian Kingsley-Hughes)Este espetáculo da aurora boreal sobre Trwyn Du, no País de Gales, foi registrado por Adrian Kingsley-Hughes (Foto: Adrian Kingsley-Hughes)
Esta imagem de Mark Hanson é a Nebulosa do Coração, IC 1805, Sh2-190, que fica a cerca de 7,5 mil anos-luz de distância da Terra na constelação de Cassiopeia (Foto: Mark Hanson)Esta imagem de Mark Hanson é a Nebulosa do Coração, IC 1805, Sh2-190, que fica a cerca de 7,5 mil anos-luz de distância da Terra na constelação de Cassiopeia (Foto: Mark Hanson)
Esta vista panorâmica do céu à noite no Parque Nacional dos Arcos, no Utah, foi composta por David Toussaint a partir de mais de 20 cliques individuais (Foto: David Toussaint)Esta vista panorâmica do céu à noite no Parque Nacional dos Arcos, no Utah, foi composta por David Toussaint a partir de mais de 20 cliques individuais (Foto: David Toussaint)
Esta imagem da Nebulosa de Eta Carinae, que fica a cerca de 7,5 mil anos-luz do Sol, foi feita por Stephen Mohr (Foto: Stephen Mohr)Esta imagem da Nebulosa de Eta Carinae, que fica a cerca de 7,5 mil anos-luz do Sol, foi feita por Stephen Mohr (Foto: Stephen Mohr)
Dave Brosha registrou o momento em que o amigo Paul Zizka, também fotógrafo, acompanhava a aurora boreal (Foto: Dave Brosha)Dave Brosha registrou o momento em que o amigo Paul Zizka, também fotógrafo, acompanhava a aurora boreal (Foto: Dave Brosha)
Outra imagem da aurora boreal. Esta, de Kolbein Svensson, foi feita com cinco fotos verticais que, juntas, criam uma panorâmica (Foto: Kolbein Svensson)Outra imagem da aurora boreal. Esta, de Kolbein Svensson, foi feita com cinco fotos verticais que, juntas, criam uma panorâmica (Foto: Kolbein Svensson)
A lagoa Waldronville em Otago, na Nova Zelândia, é o cenário para essa foto de Ian Griffin que mostra a Estação Espacial Internacional passando no campo de visão (Foto: Ian Griffin)A lagoa Waldronville em Otago, na Nova Zelândia, é o cenário para essa foto de Ian Griffin que mostra a Estação Espacial Internacional passando no campo de visão (Foto: Ian Griffin)

Fotógrafos têm até o dia 16 de abril para inscrever suas imagens pelo site www.rmg.co.uk/astrophoto.

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Eclipse Lunar Total e Lua de Sangue de 04 de abril será transmitido ao vivo. Confira!

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Mais um belo evento astronômico vem vindo ai.
No próximo dia 04 de abril teremos o primeiro Eclipse Lunar Total (Lua de Sangue) de 2015. Esse evento pertence a Tétrade de eclipses, que são quatro eclipses lunares seguidos. Uma pena que não vai ocorrer aqui no Brasil, mas  você poderá assistir a transmissão ao vivo, aqui mesmo em nosso site, uma cortesia do Clube de Astronomia Órion e do Projeto Slooh.Este é o primeiro de dois eclipses lunares totais em 2015.

E pra tirar a dúvida e esclarecer tudo sobre esse grande evento, preparamos essa matéria especial. Confira!

Como acontece um eclipse lunar?

diferença de eclipse lunar para eclipse solar

Um eclipse lunar acontece quando a Terra se posiciona exatamente entre o Sol e a Lua, e com isso, o nosso planeta projeta uma sombra no nosso satélite natural. Essa sombra pode ser vista a partir de algumas regiões do nosso planeta, que é onde o eclipse é visível. Como a órbita da Lua é ligeiramente inclinada em relação a trajetória do Sol no céu, a Lua quase sempre passa abaixo ou acima da sombra projetada pela Terra, por isso os eclipses lunares não acontecem em todas as luas cheias.

O Eclipse Lunar do dia 04 de abril vai ser visível no Brasil? Qual horário?

O Eclipse Lunar Total de 4 de abril de 2015 será visível no oeste da América do Norte, no Pacífico, leste da Ásia, Austrália e Nova Zelândia. No Brasil, o Eclipse Lunar do dia 04 de abril será visível parcialmente. Já no extremo leste do Brasil (Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, entre outros), o eclipse não será visível.

visibilidade eclipse lunar 4 de abril de 2015
Áreas escuras não poderão observar o eclipse lunar de abril de 2015 Créditos: NASA

O eclipse lunar total do dia 4 de abril de 2015 terá início às 10h15 UTC e término às 13h44 UTC, e a totalidade do eclipse terá duração de 4 minutos e 43 segundos. O eclipse parcial terá início às 09h01 UTC (06h00 pelo horário de Brasília), e término às 14h58 UTC (11h58 pelo horário de Brasília).

Lua de Sangue do dia 04 de abril de 2015: o que isso significa?

Algumas vezes a Lua passa pela penumbra dessa sombra projetada pela Terra, o que chamamos de Eclipse Lunar Penumbral, evento quase imperceptível, pois a Lua ganha apenas um leve sombreado. Às vezes a Lua chega a passar um pouco pela sombra central, o que chamamos de Eclipse Lunar Parcial, porém, o mais raro de todos é o Eclipse Lunar Total, que também é chamado de Lua de Sangue. Na verdade, esse apelido “Lua de Sangue” não é correto, pois a Lua só ganha a coloração avermelhada em alguns casos imprevisíveis. Portanto, seria correto chamar um eclipse lunar total de Lua de Sangue apenas se ele já aconteceu, e realmente teve a famosa coloração avermelhada.

A Tétrade de Eclipses Lunares

Um Eclipse Lunar Total já é um evento raro por si só, mas o que torna esse eclipse do dia 04 de abril ainda mais especial é o fato dele fazer parte de uma tétrade de eclipses, que é quando quatro eclipses lunares totais acontecem seguidos (evento conhecido popularmente como quatro Luas de Sangue). A última vez que uma série de eclipses lunares totais aconteceu em sequência foi em 2003 e 2004, e apenas mais sete sequências como essa acontecerão no século atual.

O primeiro eclipse dessa tétrade aconteceu no dia 15 de abril de 2014, o segundo no dia 08 de outubro de 2014, o terceiro acontece agora, e o último será no dia 28 de setembro de 2015.

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Eclipse lunar

Os Eclipses Lunares Totais, ou Luas de Sangue (como são conhecidos), são vistos como eventos de má-sorte ou são correlacionados com catástrofes globais, etc… porém, trata-se apenas de um evento astronômico natural, cuja beleza é o único ingrediente para que ele seja visto com grandeza e esplendor.

Transmissão ao vivo

Como de costume, você poderá assistir a transmissão ao vivo do Eclipse Lunar Total no dia 04 de abril aqui em nosso site, uma cortesia do Clube de Astronomia Órion e do Projeto Slooh.

A transmissão ao vivo será feita a partir de vários locais em todo o mundo, com duração de aproximadamente quatro horas. A cobertura completa terá narração (em inglês) de Bob Berman, Will Gater, e Eric Edelman.

A transmissão ao vivo será exibida pelo observatório Slooh através desse link.

Em breve faremos outra matéria com links e players ao vivo de outros sites, se confirmar, teremos a transmissão ao vivo de um dos nossos parceiros brasileiro.
Conheça também o site oficial do Projeto Slooh

Fiquem atentos para mais informações a qualquer momento.

Clube de Astronomia ÓrionClube de Astronomia Órion

© Copyright Clube de Astronomia Órion / Prof. Henrique D. F. Souza

Praia de Ipanema recebe show em apoio à ‘Hora do Planeta’

Campanha pede que pessoas apaguem as luzes por 60 minutos.
Playing For Change e Hamilton de Holanda são algumas das atrações.

 © Copyright G1

Uma multidão se reuniu na Praia de Ipanema, na noite deste sábado (28), para acompanhar os shows que apoiam a “Hora do Planeta”. A ação pede que população, governos e empresas apaguem as luzes por 60 minutos, das 20h30 às 21h30, em um ato simbólico global por soluções para as mudanças climáticas.

Apresentam-se em apoio à causa global o grupo Playing For Change e os músicos Hamilton de Holanda, Rodrigo Sha e Eduardo Neves, além do DJ Nado Leal.

O bondinho do Pão de Açúcar, o Jardim Botânico, o Pão de Açúcar, o MAM, o MAC de Niterói e o Shopping Rio Sul são alguns locais que vão aderirar à campanha e terão suas luzes apagadas.

Hora do Planeta tem show em Ipanema (Foto: Beta Saad/Arquivo Pessoal)
Hora do Planeta tem show em Ipanema (Foto: Beta Saad/Arquivo Pessoal)

Hora do Planeta “apagou” a Torre Eiffel durante cinco minutos

Por razões de segurança, o monumento mais visitado do mundo não se manteve às escuras durante uma hora.

Agora vê-a, agora... menos. Durante cinco minutos a Torre Eiffel esteve sem luzes decorativas
Durante cinco minutos a Torre Eiffel esteve sem luzes decorativas Fotografia © EPA/ETIENNE LAURENT

A emblemática Torre Eiffel, em Paris, esteve hoje com luzes apagadas durante cinco minutos, para assinalar a Hora do Planeta, uma iniciativa que se comemora em todo o mundo contra o aquecimento global.

A Hora do Planeta cumpre-se durante uma hora, mas, por razões de segurança, o monumento mais visitado do mundo só esteve com as luzes desligadas durante cinco minutos, constatou um fotógrafo da agência de notícias francesa AFP.

Ao todo, em Paris, cerca de 300 monumentos estiveram, a partir das 20:30 (horário local), às escuras.

Para a organização ambientalista WWF, que promove a iniciativa pela nona vez, a ideia não é poupar eletricidade, mas lembrar o custo do consumo de energia para o planeta e exigir compromissos internacionais fortes para travar o aquecimento global.

Paris vai acolher este ano, entre 30 de novembro e 11 de dezembro, a conferência mundial sobre alterações climáticas.

A Hora do Planeta 2015 teve, de acordo com a WWF, a adesão de mais de 170 países, incluindo Portugal, onde se esperava que monumentos como o Palácio da Pena, em Sintra, estivessem sem luzes acesas durante uma hora, entre as 20:30 e as 21:30.

A Ponte de Sydney, na Austrália, a Torre Taipei, um dos edifícios mais altos do mundo, em Taiwan, bem como as torres gémeas Petronas, em Kuala Lumpur, na Malásia, também ficaram às escuras.

O Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, a Sagrada Família, em Barcelona, a Times Square, em Nova Iorque, o Big Ben, em Londres, a Catedral de Colónia e a Acrópole de Atenas constavam também da lista de locais com luzes apagadas.

© Copyright Diário de Notícias Portugal

Aracaju participa da ‘Hora do Planeta’ e deve apagar luzes por 60 minutos

Movimento sugere que luzes sejam apagadas das 20h30 às 21h30 de hoje.
Ato simbólico espera sensibilizar a população contra o aquecimento global.

A ‘Hora do Planeta’ acontece neste sábado (28) em todo o mundo. Em Aracaju será das 20h30 às 21h30 quando algumas empresas, residências órgãos públicos apagarão as luzes como ato simbólico em combate ao aquecimento global.

A iniciativa é promovida pela Rede WWF e está na sétima edição. No Brasil, mais de 100 cidades já aderiram a esse movimento. Aracaju faz parte desta lista com o Centro Administrativo Olímpio Campos e a sede da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema).

“É um momento de conscientização dos aracajuanos para o grande estágio de degradação que está o nosso planeta. O ato simbólico é uma corrente mundial para despertar, chamar a atenção e convidar as pessoas a cuidarem melhor da Terra”, destaca o secretário municipal do Meio Ambiente, Eduardo Matos.

© Copyright G1

Hora do Planeta apagará luzes por uma hora em todo o Brasil

Ato ocorre em várias partes do mundo e é comandado pela WWF

Às 20h30 de hoje (28), vários pontos em todo o Brasil vão ficar às escuras por uma hora. Locais como a Praça dos Três Poderes, em Brasília, os Arcos da Lapa, no Rio de Janeiro, e a Igrejinha da Pampulha, em Belo Horizonte, apagarão as luzes como parte da Hora do Planeta, mobilização liderada pela organização não governamental (ONG) WWF.

A Hora do Planeta é um movimento simbólico, que ocorre uma vez por ano, no fim de março. A ideia existe desde 2007 e aqueles que participam firmam o compromisso com o planeta de criação de um mundo sustentável. A ideia é que vários pontos em todo o mundo apaguem as luzes entre as 20h30 e as 21h30, em seus horários locais. Todas as 27 capitais brasileiras se comprometeram com o movimento. De acordo com a entidade, já são 173 cidades brasileiras com participação confirmada.

 Foto: Internet/Medios
Luzes serão apagadas em vários pontos do Brasil Foto: Internet/Medios

Além dos pontos em Brasília, no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, outros locais de destaque no país aderiram, entre eles o Elevador Lacerda, em Salvador, o Theatro Municipal de São Paulo e o Memorial da República, em Maceió. Na capital federal, a Biblioteca Nacional, o Museu Nacional, a Catedral e o Palácio do Buriti, sede do governo local, também vão ficar às escuras.

Às 16h, no entanto, a data já começa a ser celebrada. É quando terá início um show, na Praia de Ipanema (posto 10), no Rio de Janeiro. Entre as atrações estão o músico Hamilton de Holanda e o coletivo internacional de artistas Playing For Change. Todo o evento será realizado com gerador de biocombustível.

Além de monumentos públicos, a ONG incentiva as pessoas a participar da mobilização em suas casas, apagando as luzes não essenciais, como as de teto, televisões e computadores. A WWF lembra que luzes de funcionamento essencial, como iluminação de segurança em espaços públicos, luzes de orientação da aviação e semáforos, devem permanecer ligadas.

Por se tratar de uma mobilização mundial, em alguns países a Hora do Planeta de 2015 já ocorreu. Em Sidney, na Austrália, a famosa Opera House ficou apagada. As cidades de Yokohama, Tóquio e Osaka, no Japão, também participaram, desligando as luzes de importantes monumentos.

Para a WWF, no entanto, isso é só um começo, uma demonstração de comprometimento com um mundo melhor para essa geração e para as futuras. “Nossa expectativa é que esses indivíduos, comunidades e empresas tomem medidas além da hora. Em 2012, lançamos a campanha ‘I will if you will’ (Eu Vou se Você For) para fornecer uma plataforma destinada a inspirar as pessoas a compartilhar o  compromisso com o planeta com os seus amigos, colegas, líderes e redes”, explica a organização no site oficial.

© Copyright Agência Brasil / Terra

Hora do Planeta é celebrada em Sydney, onde iniciativa nasceu

Luzes dos locais mais emblemáticos da cidade foram apagadas.
Iniciativa neste ano reforça a luta contra a mudança climática.

Combinação de fotos mostra a Ponte de Sydney e a Opera House com luz e sem luz durante a Hora do Planeta neste sábado (28) (Foto: Peter Parks/AFP)Combinação de fotos mostra a Ponte de Sydney e a Opera House com luz e sem luz durante a Hora do Planeta neste sábado (28) (Foto: Peter Parks/AFP)

A Hora do Planeta começou neste sábado (28) em Sydney, a cidade natal da iniciativa, com um blecaute voluntário às 20h30 (6h30 em Brasília) nos locais mais emblemáticos da cidade, como a Opera House e a Ponte da Baía.

Entre os atos mais destacados do evento propiciado pela ONG WWF há um concerto realizado às escuras da obra “Os Planetas”, de Gustav Holst, interpretada pela Orquestra Sinfônica de Sydney na Opera House.

Na mesma hora, emblemáticos monumentos na Nova Zelândia, incluindo a Sky Tower, e dezenas de residências foram apagadas para apoiar a iniciativa, que neste ano reforça a luta contra a mudança climática.

Samoa, o arquipélago do Pacífico Sul, foi o primeiro país a celebrar oficialmente a Hora do Planeta, à qual é previsto que se unam mais de sete mil cidades em 172 países às 20h30 de cada local.

No vídeo promocional deste ano, com música “Pompeii”, da banda Bastille, aparecem o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama; o secretário das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e a atriz americana Emma Thompson, entre outros.

Em comunicado, os organizadores dissram a iniciativa conta com a participação dos países mais vulneráveis ao aquecimento global como Filipinas, Maldivas e Madagascar, assim como os principais poluentes como Estados Unidos, China e Brasil.

Neste ano, as arrecadações por crowdfunding incluem projetos de luz por energia solar nas Filipinas e Índia ou iniciativas de proteção da vida selvagem em Colômbia, Uganda e Indonésia.

A Hora do Planeta nasceu em Sydney, em 2007, com a participação de aproximadamente 2.000 estabelecimetnos comerciais e 2,2 milhões de pessoas. No ano seguinte, o número aumentou para 50 milhões de participantes de 35 países.

© Copyright EFE / G1

Fortaleza participa da Hora do Planeta 2015 neste sábado

A ideia do ato é alertar o mundo sobre as consequências e os desafios de enfrentamento do aquecimento global.

A Catedral Metropolitana é um dos monumentos que irá apagar as luzes neste sábado (Foto: Nely Rosa)

Fortaleza é uma das cidades participantes do ato mundial Hora do Planeta 2015 – WWF, no qual luzes se apagam durante uma hora. A iniciativa, que acontecerá neste sábado (28/03), das 20h30 às 21h30, envolverá alguns dos principais equipamentos da Capital: Coluna da Hora, Mercado Central, Palácio do Bispo, Seminário da Prainha, Estátua de Iracema (Praia de Iracema e Lagoa de Messejana) e Catedral Metropolitana.

A ideia do ato é alertar o mundo sobre as consequências e os desafios de enfrentamento do aquecimento global. “Fortaleza foi a primeira Capital do Nordeste a aderir à Hora do Planeta. O movimento é importante para a sensibilização de todos nós, especialmente, quanto ao consumo de consciente”, explica Wigor Florêncio, gerente de Sustentabilidade da Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma). O órgão também participará e apagará suas luzes.

A Hora do Planeta 2015 faz parte da programação da Festa Anual das Árvores, cujo tema deste ano é “A Fortaleza das Praças e Parques”. O evento, que acontece até o dia 30 de março, celebra, neste ano, o plantio de mais de 8 mil novas árvores,  e a doação de 4 mil mudas, totalizando 12 mil árvores na cidade.

As atividades da Festa continuam no sábado (28/03), com atividades de Educação Ambiental, plantios e distribuição de árvores na Lagoa do Soldado (Sapiranga) e Praça da Juventude (Granja Portugal). No domingo (29/03), haverá doação de árvores para plantios no Parque do Cocó e Passeio Público. E na segunda-feira (30/03), acontecerá o Encontro Técnico-Científico, realizado pela Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), no Parque do Cocó.

Programação:

– 23 a 30 de março
Plantios de novas árvores em diversos pontos da Cidade

– 28 de março
Atividade de Educação Ambiental, plantios e doação de árvores para plantios
Horário e local: 8 horas, na Lagoa do Soldado

Hora do Planeta, das 20h30 às 21h30

– 29 de março
Atividade de Educação Ambiental, plantios e doação de árvores para plantios
Horário e local: 9 horas, no Parque do Cocó e no Passeio Público

– 30 de março
Participação no Encontro Técnico-Científico, realizado pela Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace)
Horário e local: 8 horas, no Centro de Referência do Parque do Cocó

© Copyright PMF

Hora do Planeta apagará as luzes para lembrar debate sobre clima

Cerca de 170 países e territórios já confirmaram sua participação

 
Hora do Planeta apagará as luzes para lembrar debate sobre clima  FÁBIO MOTTA/ESTADÃO CONTEÚDO/
Cristo Redentor é um dos monumentos ao redor do mundo que desligará as luzes no sábado à noite Foto: FÁBIO MOTTA/ESTADÃO CONTEÚDO

Centenas de edifícios simbólicos nas principais cidades ao redor do mundo, da Torre Eiffel, em Paris, até o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, apagarão as luzes no sábado como parte de uma campanha global contra as alterações climáticas, realizada há vários anos.

O evento anual promovido pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF), quer que durante 60 minutos as pessoas, cidades, empresas e organizações desliguem as luzes, começando às 20h em cada localidade, a fim de alertar sobre os riscos ambientais que o planeta enfrenta.

Esta será a nona edição do evento, que tem como objetivo economizar não só eletricidade, mas também criar a consciência sobre a necessidade de fontes de energia sustentáveis, além de solicitar compromissos políticos para frear o aquecimento global.

— Cerca de 170 países e territórios já confirmaram sua participação, mais de 1.200 lugares e 40 locais declarados patrimônio da Unesco — disse à AFP o organizador da Hora do Planeta, Sudhanshu Sarronwala.

Durante a Hora do Planeta, o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, a Acrópole, em Atenas, o Castelo de Edimburgo, o Big Ben, em Londres, o centro histórico de Quito, a Times Square em Nova York e a ponte de Sydney apagarão as luzes.

O evento ocorre antes de uma importante reunião política em dezembro, em Paris, que tem como objetivo chegar a um acordo para reduzir as emissões de CO2 e dias antes do término do prazo para todas as partes apresentarem seus compromissos.

A Hora do Planeta, que começou como uma pequena demonstração simbólica em Sydney, em 2007, tornou-se um fenômeno global, que também tem um toque festivo.

O slogan deste ano é “use seu poder para mudar a mudança climática”, que deu origem a inúmeras iniciativas em diferentes lugares, como uma festa de dança Zumba com trajes que brilham no escuro nas Filipinas, ou jantar à luz de velas em restaurantes de Londres e até uma pista de dança com o seu próprio gerador sob a Torre Eiffel.

De acordo com Mike Berners-Lee, um consultor privado especialista em energia, a Hora do Planeta é uma maneira muito eficaz de enviar uma mensagem e dizer que as pessoas “realmente se importam com o sucesso da reunião de Paris”.

— Apagar a luz por uma hora não é muito em termos de economia de emissões de carbono. O que importa é que eles estão enviando uma mensagem de que você deveria ser preocupar com esse tipo de coisa — disse à AFP.

Estima-se que nove milhões de pessoas em 162 países participaram no ano passado na Hora do Planeta, segundo dados da WWF.

Para Sarah Olexsak, autora de um estudo sobre o impacto da Hora do Planeta que mediu os resultados em 10 países em seis edições da iniciativa, afirma que, em média, se registra uma queda de 4% no consumo de energia elétrica durante os 60 minutos do evento.

— Constatamos que uma mudança de comportamento em larga escala tem resultados mensuráveis — explicou ela à AFP.

De acordo com a pesquisadora, a mudança de comportamento em grande escala começa com um pequeno passo e participação na Hora do Planeta é um compromisso para salvar energia que pode ser levado para outras áreas de suas vidas.

© Copyright AFP / UOL

BH é eleita a capital brasileira da Hora do Planeta

Belo Horizonte foi eleita na segunda-feira a capital brasileira da Hora do Planeta em anúncio feito nesta semana na capital mineira. Segundo um júri internacional, a cidade venceu uma disputa interna com Rio de Janeiro e São Paulo pelo esforço direcionado para a sustentabilidade. Em sua terceira edição, o Desafio das Cidades elegeu capitais em 13 países que atuam na preservação ambiental sustentável. BH concorre ao título internacional em evento que ocorre hoje, em Vancouver, no Canadá.

“A primeira edição do Desafio no Brasil nos mostra que há excelentes exemplos de cidades que desempenham um papel de liderança, medindo suas emissões e construindo planos abrangentes para enfrentar as mudanças climáticas”, observou Florence Laloe, secretária executiva Câmara Internacional sobre desenvolvimento sustentável (Iclei, da sigla em Inglês).

O parecer técnico do júri apontou que Belo Horizonte “apresenta uma estratégia de baixo carbono integrada, guiada por uma visão forte e construída através de ações concretas”.

Segundo a prefeitura da capital mineira, entre os projetos que levaram a capital à vitória, está a Usina Solar Fotovoltaica, instalada na cobertura do Mineirão, um dos estádios da Copa do Mundo. O desenvolvimento adequado da energia solar térmica também foi fator determinante. “A capital mineira é referência na aplicação do coletor solar para aquecimento de água e em números de edificações multifamiliares existentes com a aplicação da tecnologia – aproximadamente 3 mil edifícios residenciais”, publicou a prefeitura após o resultado.

O prefeito Marcio Lacerda (PSB) avaliou ainda que a troca de lâmpadas na cidade influenciou na escolha. “A substituição das lâmpadas semafóricas tradicionais pelas luzes de led na cidade foi muito bem sucedida”, disse. Além disso, a cidade utiliza o BRT no transporte público, que utiliza diesel elétrico, combustível menos poluente em comparação aos tradicionais. “É o estágio mais avançado da tecnologia não poluente”, completou o prefeito.

Durante a participação na Hora do Planeta, no próximo sábado, serão apagadas as luzes em diversos pontos da cidade, como a Igreja São Francisco de Assis, a sede da prefeitura, a praça da Bandeira, a Assembleia Legislativa, a Cidade Administrativa, a Câmara Municipal e a Secretaria de Meio Ambiente, além de bares e hotéis.

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