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Junho foi o mês mais quente registrado na história, indica órgão dos EUA

foto_tempoO mês de junho foi o mais quente já registrado no planeta, se unindo a março e maio de 2015, que também bateram recordes de calor, para consolidar o primeiro semestre como a metade de ano com temperaturas mais altas desde quando os dados começaram a ser coletados.

A Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera dos Estados Unidos (NOAA) publicou nesta segunda-feira (data local) os dados relativos a junho, que vão na mesma linha dos registrados pela Agência Espacial Americana (Nasa) e a Agência Meteorológica do Japão (JMA), que também indicaram o calor de junho como recorde.

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Primeiro semestre de 2015 foi o mais quente já registrado no mundo

Relatório mostra que a média de temperatura global da primeira metade do ano foi 0,85ºC maior que o normal
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Foto: Arquivo Geografia Onne

Está aberta a temporada de quebra de recordes na temperatura média global. Depois de 2014 bater o recorde de ano mais quente já registrado, 2015 se prepara para ser ainda mais quente. Segundo novo relatório publicado nesta segunda-feira (20) pela NOAA, a agência americana que estuda os oceanos e a atmosfera, a primeira metade de 2015 registrou a maior tempeatura desde o início das medições, há 136 anos.

 

De acordo com a NOAA, o primeiro semestre do ano foi 0,85ºC mais quente do que a média do século XX. Isso significa a quebra de recordes em quase todos os quesitos. 2015 é, até o momento, o ano mais quente na temperatura em terra, no mar e no Hemisfério Norte. Só fica em segundo lugar na temperatura do Hemisfério Sul – perde para 2010, que foi um ano particularmente quente por aqui.

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A “Hora do Planeta” acontece neste mês de março

Hora do Planeta 2015: #UseSeuPoder em 28/03 pelo clima do planeta

Um simples apagar de luzes, mas repleto de significado. No próximo dia 28 de março, milhões de pessoas ao redor do mundo vão desligar as luzes durante uma hora como um chamado para que mais e mais cidadãos do planeta se juntem na luta para combater as mudanças climáticas. É a Hora do Planeta 2015, promovida pela organização WWF Internacional.

Organizada mundialmente desde 2007, no Brasil esta será a 7ª edição da campanha, com o slogan #UseSeuPoder para reverter o aquecimento global. No filme de divulgação da Hora do Planeta 2015 aparecem celebridades como o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, o secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, e os atores Mark Ruffalo e Emma Thompson.

“Nós somos a primeira geração a sentir o impacto das mudanças climáticas. E a última que pode fazer alguma coisa a respeito”, afirma Obama no vídeo.

Em todos os países que aderirem à campanha, as pessoas são convidadas a apagar as luzes entre 20h30 e 21h30. No ano passado, 144 municípios brasileiros participaram da Hora do Planeta. Durante uma hora, 627 monumentos ficaram no escuro, entre eles, o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, o Monumento às Bandeiras, em São Paulo, e em Brasília a Esplanada dos Ministérios, o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional.

No mundo todo, a estimativa do WWF é que mais de um bilhão de pessoas se juntam à iniciativa todos os anos. São 7 mil cidades, em 162 países, unidas pela mesma causa: o clima do planeta.

Não fique de fora deste momento emocionante. São apenas 60 minutos, que representam o futuro sustentável da Terra. Espalhe pelas redes a hashtag #UseSeuPoder e convide amigos e familiares em 28/03 para participar da Hora do Planeta 2015.

Confira abaixo o filme de divulgação da Hora do Planeta 2015, que tem como trilha sonora música da banda inglesa Bastille:

Como as cidades podem participar?
Para participar da Hora do Planeta 2015, as cidades brasileiras devem entrar em contato pelo e-mail cidades@wwf.org.br ou pelo telefone (11) 3061-0121. A partir deste contato, será enviado um Termo de Adesão que deve ser assinado por uma autoridade municipal, formalizando a participação no movimento. Ao realizar seu cadastro, o município também recebe o guia Como Participar – Governos, com dicas para envolver a comunidade e divulgar sua participação em mídias locais – além de recomendações quanto à segurança (como, por exemplo, não apagar a iluminação pública de ruas e avenidas). Todas as cidades brasileiras participantes são citadas em matérias e entrevistas aqui no site e nas redes sociais do WWF.

© Copyright WWF/ Prof. Henrique D. F. Souza

Emissões de CO2 pararam de crescer no mundo

Dados de 2014 mostram que quantidade de gases foi a mesma de 2013. É a primeira desaceleração em 40 anos


Refinaria na Filadélfia. Emissões colaboram para aquecimento global
Foto: SPENCER PLATT / AFP
Refinaria na Filadélfia. Emissões colaboram para aquecimento global- SPENCER PLATT / AFP

O crescimento das emissões de CO2 ficou estagnado ano passado, segundo informações da Agência de Energia Internacional (IEA, na sigla em inglês). Esta é a primeira vez em 40 anos em que houve uma redução ou desaceleração das emissões de gases do efeito estufa sem que este fator não tivesse relacionado a uma recessão econômica.

As emissões globais se mantiveram em 32 gigatoneladas em 2014, mesma quantidade registrada no ano anterior. Dados da IEA sugere que os esforços para mitigar as mudanças climáticas podem ter representado um efeito mais forte do que se pensava sobre as emissões.

Entre as medidas que podem ter contribuído para o quadro, a agência cita a mudança de padrão de consumo de energia na China em 2014. Embora sua matriz energética seja uma das mais poluidoras do mundo, ano passado o país investiu na geração de eletricidade através de fontes renováveis, tais como hídrica, solar e eólica, ao mesmo tempo que reduziu o consumo de carvão.

Nos países que integram a Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Econômico (OCDE), em sua maioria europeus, a agência citou os esforços recentes para promover o crescimento sustentável, o que também incluiu o investimento em eficiência energética e energia renovável.

Os resultados foram considerados “encorajadores” pela agência, mas isto não representa, segundo ela, um motivo para “complacência”. E, no comunicado do órgão, o diretor Fatih Birol acrescentou:

“Isto me dá mais esperança de que a Humanidade será capaz de trabalhar em conjunto para combater as mudanças climáticas, a ameaça mais importante que enfrentamos hoje”.

© Copyright Infoglobo Comunicação e Participações S.A.

 

Cantareira e Alto Tietê têm o fevereiro mais chuvoso em 20 anos

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O mês de fevereiro foi o mais chuvoso dos últimos 20 anos nos sistemas Cantareira e Alto Tietê, que abastecem a região metropolitana de São Paulo. Desde 1995, não chovia tanto no conjunto de represas dos dois sistemas. No Cantareira, choveu 322,4 mm ao longo do mês passado, mais que o quádruplo dos 73 mm registrados em fevereiro de 2014. O volume supera em 62% a média histórica de pluviosidade do mês, que é de 199,1 mm. O fevereiro mais chuvoso ainda é o de 1995, com 388,2 mm. No Alto Tietê, foram 304 mm de chuva, mais que o triplo dos 85,9 mm de fevereiro de 2014 e um volume 58% superior à média histórica de 192 mm. Foi o segundo fevereiro mais chuvoso da história do sistema, formado em 1992. Só ficou abaixo de fevereiro de 1995, que teve 377,5 mm.

© Copyright UOL

Rebanhos e queima de biomassa contribuem para emissão de metano na Amazônia

O manejo de rebanhos é responsável por uma média de 19% das emissões de gás metano (CH4), o segundo principal gás causador de efeito estufa, e a queima de biomassa contribui com 8% a 10% da emissão na região da Amazônia brasileira. A estimativa é da bióloga Luana Basso, em pesquisa para o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), entidade associada à USP.

“As coletas de ar aconteceram em quatro localidades dentro da floresta, próximos às cidades de Santarém (PA), Alta Floresta (MT), Rio Branco (AC) e Tabatinga (AM)”, disse. O objetivo do trabalho foi observar, em um período de quatro anos (2010-2013), como a região amazônica contribui para a emissão do metano, além de identificar quais são os processos envolvidos nessas emissões.

A pesquisadora destaca que “uma elevação na taxa de emissão de metano contribuiria para o aumento das alterações climáticas que observamos, como períodos de maior seca ou períodos em que as chuvas estão mais intensas”. Na avaliação de Luana, “o aumento do gás contribuiria para a ocorrência desses eventos extremos”.

Um avião de pequeno porte fez a coleta das amostras, desde aproximadamente 300 metros (m) da superfície até 4,5 quilômetros (km). Um plano de voo foi preparado previamente para o piloto, indicando os locais e as diversas altitudes, nas quais foram amostras de ar foram coletadas.

O resultado é que a Amazônia emite em torno de 25,4 teragramas (tg) por ano. “Essa emissão representa de 4% a 5% da emissão global de metano, de acordo com estimativa do último relatório do IPCC [Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas]”, explica a pesquisadora.

A pesquisa buscou ainda identificar as contribuições das atividades humanas para a emissão do gás na região. “Atualmente, em torno de 60% das emissões do mundo, de metano, são de origem antrópica, ou seja, estão relacionadas a atividades humanas, segundo o último relatório do IPCC e da Organização Mundial de Meteorologia”,  ressaltou.

“Dessa emissão, consegui estimar quanto vem da queima de biomassa, que é uma média de 8% a 10% e 19% para as emissões de fermentação entérica [processo de digestão dos animais ruminantes que gera metano] e manejo dos dejetos dos rebanhos”. O restante da emissão do gás vem de outras diversas fontes, como de áreas alagáveis, de rios e da decomposição de matérias orgânicas no solo, acrescentou a pesquisadora.

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) define “biomassa” como “todo recurso renovável que provêm de matéria orgânica – de origem vegetal ou animal”. Entre as principais fontes de biomassa, o ministério destaca aquela de origem vegetal, como a madeira, e outra vinda de cultivos agrícolas, como o bagaço e a palha de cana.

© Copyright UOL / Agência Brasil

Mesmo com chuva, prognóstico de seca no Ceará é mantido

Chove desde o fim de semana em Fortaleza e em quase todas as regiões do estado do Ceará. Segundo o último boletim da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), de segunda-feira, 23/02, houve precipitações em 134 dos 184 municípios cearenses e a previsão é de a chuva continue até quarta-feira, 25/02.

Imagens de satélite mostram nuvens sobre todo o estado, resultado da atuação de um fenômeno chamado Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN). O fenômeno, no entanto, não deve mudar o último prognóstico da Funceme, anunciado na sexta-feira passada, que previu precipitações abaixo da média histórica para os próximos três meses: março, abril e maio.

Em fevereiro, a Funceme registrou, até a semana passada, 52,4 milímetros de chuva, menos da metade da média histórica para o mês (127,1 milímetros).

No fim de semana, o governador do Estado, Camilo Santana, esteve em quatro municípios cearenses acompanhando ações de emergência contra a seca no estado.

Em Crateús, a 354 quilômetros de Fortaleza, o açude Barragem do Batalhão, que abastece a cidade, está completamente seco. O governador esteve no município e acompanhou o andamento da obra de uma adutora, que deve levar água de outro açude até a população.

O açude Araras, de onde será retirada a água a ser transportada pela adutora, fica no município de Varjota, a 141 quilômetros de Crateús. Também conforme o Portal Hidrológico, esse açude está com apenas 7,7% de sua capacidade total. Quase todos os açudes do Ceará estão com capacidade abaixo de 30%.

© Copyright Agência Brasil

Santiago do Chile sofre com níveis elevados de poluição do ar

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A capital chilena Santiago sofre com a poluição e os jovens são os mais prejudicados.

Santiago é uma cidade muito linda, mas tem um sério problema  quando é outono e inverno: poluição. Creio que esse é um mal que afeta as grandes cidades. E o problema não é apenas CO2, mas também de Dióxido de Azufre (SO2).

A combinação entre geografia, a indústria e a população de mais de seis milhões de pessoas se traduzem em um dos piores níveis de poluição do ar na América do Sul.

De acordo com informações prestadas pelo site do governo chileno o SO2 quando entra em contato com umidade se transforma em ácido. Isso é extremamente prejudicial a saúde porque quando vc respira esses agentes contaminantes entram dentro do sangue, e aí, o sistema circulatório é afetado.

A contaminação do ar é tão forte que o governo do Chile criou um programa  chamado GEC (Gestión de Espisodios Críticos) e o plano de prevenção chamado ( Plan de Prevención y Descontaminación Atmosférica – PPDA).

O ar da região metropolitana de Santiago é analisado diariamente e se está muito contaminado eles criaram regras para um dia de alerta ambiental. Pode ser dia de alerta, dia de pre-emergência e ou dia de emergência.

 Poluição atmosférica em Santiago Foto: Lucas Conrado
Poluição atmosférica em Santiago Foto: Lucas Conrado

Então, nesses dias de emergência está proibido acender qualquer tipo de calefação por combustão a madeira, inclusive depois de 24 horas do aviso. Aliado a isso,  também é feito uma restrição veicular. E por fim, se recomenda que a população não faça atividade física em esses dias de alerta ambiental.

A mesma coisa acontece nos dias de pre emergência e alerta, o que muda é que talvez nesse dia não seja exigido restrição dos veículos.

Para vc saber quando existe restrição de veículo é só assistir o noticiário, ou então entrar no site da internet.  Quem infringe as regras é multado.

Para acessar o site é só clicar aqui neste link da Unidade Operativa de Controle de Tránsito (UOCT):

http://www.uoct.cl/

Veja uma reportagem sobre o assunto:

Vc também pode acompanhar a UOCT por twitter.

Se vc quiser saber mais sobre o Plano de Prevención y Descontaminación Atmosférica é só clicar aqui:

http://www.mma.gob.cl/1304/w3-propertyvalue-16214.html

https://www.facebook.com/pages/Ministerio-del-Medio-Ambiente/276950779024986

http://www.mma.gob.cl/retc/1279/propertyvalue-15100.html

© Copyright Emiliana Sabio Procopio Valente / Henrique Diovanni F. Souza / AFP / Estadão

No Brasil, 113 cidades se juntam à Hora do Planeta

Na noite deste sábado, num ato simbólico promovido no mundo todo pela rede WWF, governos, empresas e a população demonstraram a sua preocupação com o aquecimento global, apagando as luzes durante 60 minutos. O movimento neste ano chamou a atenção para as necessidades e os desafios em torno da água – alinhada à iniciativa da Unesco, que definiu 2013 como o Ano Internacional da Cooperação pela Água.

No Brasil, a maior parte da eletricidade (90%) vem das hidrelétricas. Para a secretária-geral do WWF-Brasil, Maria Cecília Wey de Brito, estamos muito ligados à agua. “Nada, em lugar nenhum, tem condições de sobrevivência sem água. Nós usamos água muitas vezes sem saber de onde ela vem. Não nos informamos qual sua origem, o que ela contém em sua composição, para onde ela vai depois. Ao chamar atenção para este assunto na Hora do Planeta, este movimento mundial em que apagamos as luzes durante uma hora, mostramos que energia, água e qualidade de vida estão todas intimamente ligadas”, destacou.

Há 12 anos, o WWF-Brasil trata do tema água por meio de dois programas para atuar na revisão das formas de utilização desse recurso natural em todo o País e na consolidação de legislações estratégicas como o Plano Nacional de Recursos Hídricos. Os programas permitiram ainda a mobilização de 17 milhões de pessoas em campanhas de água e clima em todo o Brasil.

Mobilização nacional

No Brasil, a Hora do Planeta contou com o apoio de 113 cidades, sendo 22 capitais, além de mais de 480 empresas e organizações. A cidade-âncora Brasília abriu o evento com a participação de 800 pessoas no show da banda regional Patubatê e DJs Criolina, no Museu Nacional da República, na Esplanada dos Ministérios, um dos monumentos apagados.

A cidade de Florianópolis participou da Hora do Planeta no dia em que comemorou 287 anos, apagando as luzes de seu principal cartão postal: a ponte Hercílio Luz. Foi o quinto ano consecutivo que a capital catarinense participou do movimento. O chamado símbolo da cidade está desativado para o tráfego há mais de 30 anos e teve todas as luzes apagadas. Muitos moradores foram até a ponte para fotografar a estrutura de 800 metros.

Em São Paulo, o grupo Vá de Bike reuniu cerca de 100 ciclistas numa pedalada. O circuito passou por três dos locais e monumentos paulistanos que ficaram às escuras durante a Hora do Planeta: o Vale do Anhangabaú, o Theatro Municipal e a Biblioteca Mário de Andrade.

Em Manaus, o público que assistiu ao show da banda Livre Prisioneiro recebeu mudas por parte da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) e, durante a Hora do Planeta, o grupo Pro-Red fez uma performance artística com luzes negras e lâmpadas de LED.

Na capital carioca, monumentos como o Cristo Redentor, os Arcos da Lapa e a orla de Copacabana também tiveram suas luzes apagadas. Celebridades como o músico Tom Zé, a atriz Paola Oliveira e o chef Alex Atala, entre outros, vestiram a camisa e apoiaram a ação.

A cantora Gaby Amarantos topou o desafio “Eu vou se você for” do WWF e prometeu ficar um dia inteiro longe da internet se mil pessoas curtissem uma foto dela no Instagram. O cineasta Flávio Tambellini também embarcou no desafio e se propôs a usar bicicleta por um mês e plantar uma árvore por semana no Rio de Janeiro se mil pessoas fizessem o mesmo. Essas iniciativas, que já reuniram mais de 4 milhões de interações no YouTube, consistem na produção de um vídeo em que qualquer pessoa assume um compromisso e desafia outra com o objetivo de mudar o planeta.
Sobre a Hora do Planeta
A Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, é uma iniciativa global da rede WWF para enfrentar as mudanças climáticas. Desde sua primeira edição, em março de 2007, a Hora do Planeta não parou de crescer. O que começou como um evento isolado em uma única cidade – Sidney, na Austrália – tornou-se uma ação global, envolvendo 1 bilhão de pessoas em mais de 5 mil cidades de 152 países. Alguns dos mais conhecidos monumentos mundiais, como as pirâmides do Egito, a Torre Eiffel, em Paris, a Acrópole de Atenas e até mesmo a cidade de Las Vegas já ficaram no escuro durante 60 minutos.